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  1. Project Scarlett é o nome inicial do novo console da Microsoft, que será sucessor do Xbox One X, atual aparelho no mercado, e que promete ser ainda mais poderoso. O videogame foi anunciado na apresentação da empresa pré-E3 2019, mas ainda sem muitos detalhes. O que se sabe envolve suas especificações técnicas iniciais, ideia de jogos e mais alguns poucos detalhes sobre o aguardado lançamento – que será no fim de 2020, de acordo com a previsão inicial. Saiba tudo sobre o Scarlett: Por que esse nome? Project Scarlett não será o nome final do aparelho, mas ainda não sabemos qual será o título definitivo. É muito comum que empresas criem “codinomes” para seus novos consoles, enquanto eles estão em desenvolvimento inicial. O Scarlett foi anunciado na E3 2019 mas não tem visual revelado. Para quem não se lembra, o Xbox One X se chamava Project Scorpio. Outros codinomes de videogames conhecidos pelo público são Project Cafe (Wii U), Dolphin (GameCube) e Orbis (PS4), só para citar mais alguns exemplos. O mais provável é que o nome final seja apresentado na E3 2020. Quando sai? Na verdade, não dá nem para afirmar 100% que o Scarlett será lançado em dezembro. A previsão oficial da Microsoft é “nas festas de 2020”, que normalmente é um período que engloba também novembro, por conta da Black Friday – o famoso dia de compras mais baratas nas maiores lojas do mundo. É provável que o Scarlett seja lançado um pouco antes da Black Friday ou até durante, para aproveitar as vendas da data e para que as pessoas comprem como presente de Natal. Ainda assim, nada está confirmado além de “festas de 2020”. Durante sua apresentação pré-E3 2019, a Microsoft não mostrou absolutamente nada do design do Scarlett. É curioso notar, porém, que a logo do codinome veio nas cores branca e cinza, ainda que isso pode não querer dizer nada. O visual do aparelho só deve ser mostrado junto da revelação do seu nome final – que pode ou não ocorrer na E3 2020. Mas, novamente, tudo isso não passa de rumor sem fundamento, ainda, por isso não deve ser levado a sério. Será poderoso? Na verdade, o Scarlett não promete ser apenas poderoso, mas também rápido. O aparelho deve apostar forte no armazenamento em SSD, ao contrário de HDD, o que vai permitir leitura mais rápida dos jogos e o carregamento de telas. Até então, todos os consoles vêm apenas com HDD instalados de fábrica. É possível que os jogos atinjam a capacidade de rodar a até 120 quadros por segundo, o que se traduz em mais suavidade nas imagens. Em termos de memória, gráficos e processamento, a Microsoft revelou apenas alguns dos pontos. O processador utilizará tecnologia Navi e a memória será GDDR6 - estes números se traduzem em um processamento muito mais rápido na geração dos gráficos, como já mencionado anteriormente. A tecnologia Ray Tracing, que melhora os gráficos, também estará presente. Quais são os jogos confirmados? Por ora, apenas Halo Infinite está confirmado para o Project Scarlett. O mais provável é que ele tenha também uma versão no Xbox One e Xbox One X, como já mencionado pela Microsoft em ocasião passada. A Microsoft também já confirmou que voltará a lançar jogos retrocompatíveis no Project Scarlett, ou seja, games antigos, de Xbox, Xbox 360 e Xbox One, que rodarão no novo console sem problemas. Só aí já temos uma biblioteca imensa de títulos. O preço do Project Scarlett sequer foi mencionado pela Microsoft em sua apresentação e deve demorar bastante para que o valor seja revelado pela empresa. Na verdade, este é um dos últimos elementos revelados em um novo console. Não dá nem mesmo para “chutar” um valor, no momento, principalmente por conta das constantes mudanças de preços de componentes para fabricação de um videogame – a exemplo do armazenamento SSD, que barateia a cada mês. Resta aguardar por novidades oficiais. Vem para o Brasil? Outro ponto que não tem ainda informação oficial é o possível lançamento do Project Scarlett no Brasil. Sabemos que a Microsoft está representada oficialmente por aqui, bem como seus consoles Xbox 360 e Xbox One, porém é seguro que os fãs pensem que o Project Scarlett, eventualmente, possa ser lançado oficialmente no Brasil, com suporte nacional e jogos em português. Mas, novamente, o melhor a ser feito é aguardar confirmações da Microsoft. O Xbox One X vai acabar? O Project Scarlett será o substituto do Xbox One X, mas isso não significa que o atual console mais poderoso da Microsoft vá parar de ser fabricado. Pelo contrário, os dois devem continuar no mercado por algum tempo. Isso ocorreu com todos os aparelhos lançados pela Microsoft até agora. O Xbox 360 ainda é vendido no Brasil, inclusive, apesar de não estar mais presente em muitos mercados. Por isso, é incorreto pensar que o novo console virá para “enterrar” o atual. CRÉDITOS NotyPunch (Formatação e texto²) TechTudo (Informações, Imagens e texto¹)
  2. Free Fire Battlegrounds, Battle Royale da Garena, é um dos jogos de maior sucesso nos celulares Android e iPhone (iOS). Em 2019, o game foi eleito pela Google como o "Jogo Mais Inovador" de Android e já registrou mais de 100 milhões de downloads na Google Play Storee na App Store. Contudo, por trás desse sucesso há curiosidades sobre o criador de Free Fire e a jornada do jogo até o topo das lojas digitais. Confira, a seguir, fatos sobre o Battle Royale que podem ser desconhecidos pelo público. Quem criou o Free Fire? Free Fire é, até o momento, o único trabalho de uma pequena produtora de games, a 111dots Studio. No entanto, quem publica o jogo é a gigante asiática Garena, uma empresa fundada em Singapura, em 2009. A Garena também é conhecida por publicar outros títulos de peso, como Arena of Valor, League of Legends (LoL) e Path of Exile. A empresa é comandada pelo bilionário Forrest Li. Ele nasceu em Singapura, é mestre em administração e bacharel e engenharia. É possível dizer que Li é a mente que enxergou potencial no Battle Royale antes de todos. Quando foi lançado? A fase de testes de Free Fire começou no dia 3 de novembro de 2017. Os servidores ficaram abertos para alguns jogadores selecionados durante pouco mais de um mês. Neste período o game recebeu dois patches de correções de erros. Em 4 de dezembro do mesmo ano, Free Fire foi lançado no Brasil e no mundo, para celulares Android e iOS. Atualizações do jogo Desde que foi lançado, há pouco mais de um ano e meio, Free Fire recebeu 15 atualizações, entre adições de conteúdos e patches de correção. Os números indicam que o game é atualizado quase uma vez por mês, o que pode explicar o seu sucesso. Uma das maiores mudanças do jogo, até o momento, foi o modo de jogo chamado “Redenção”. A atualização trouxe novos itens e mecânicas inéditas para todos os jogadores. O conteúdo foi tão grande que mudou o nome do aplicativo nas lojas e virtuais. A partir de agora o nome do game é "Garena Free Fire: Redenção". Onde o jogo ficou famoso primeiro? Em janeiro de 2018, a Garena disse em um post na sua página oficial do Facebook que Free Fire era o jogo mais baixado em 22 países, incluindo o Brasil, Índia e nações do sudeste asiático. Além disso, a empresa pontuou que o game estava entre os cinco jogos mobile mais baixado em mais de 50 países. A popularidade de Free Fire em países emergentes não é um acaso. Um dos motivos que pode explicar esse sucesso é o fato do Battle Royale rodar em quase todos os celulares, incluindo os mais simples. A Garena percebeu a demanda nesses locais e fez um trabalho de localização do game e gerenciamento de comunidade. Via Techcrunch, Sensor Tower, App Annie, Free Fire Oficial e Wiki Fee Fire
  3. A terceira geração de processadores Ryzen já é realidade. Com arquitetura Zen 2 de 7 nanômetros, a AMDrecuperou a liderança tecnológica em processos de manufatura e passou a frente da Intel pela primeira vez em mais de uma década. O melhor é que o salto tecnológico veio junto a promessas de desempenho superior, maior eficiência, preços competitivos em relação à concorrência. Além disso, a AMD adotou novas tecnologias, como o design em chiplets e suporte às interfaces PCIe de quarta geração. A nova linha Ryzen de processadores da AMD deve entrar em comercialização no próximo dia 7 de julho nos Estados Unidos. Por enquanto, não há previsão de lançamento e preço no Brasil. A seguir, conheça mais detalhes sobre as CPUs Ryzen 3000. O novo Zen Dentro de cada processador Ryzen da AMD – não importa a geração – há núcleos de uma arquitetura chamada de Zen. A diferença das novas CPUs é que o design amadureceu nos últimos anos, ganhando recursos e mais eficiência: os núcleos Zen 2 são mais rápidos, gastam menos energia e permitem acesso a novas tecnologias. Em meio a isso tudo, o salto em eficiência, que é expressivo, talvez seja o mais importante. Os ganhos de performance dos chips de terceira geração da AMD podem ser colocados na conta da migração de um processo de manufatura de 14 nanômetros para os 7 nanômetros (um nanômetro equivale a um bilionésimo de um metro). Nessa escala tão diminuta, a AMD consegue agregar mais componentes dentro da área do chip, diminuindo valores de consumo de energia e de dissipação de calor a margens. Essa característica, pela primeira vez em muitos anos, torna os processadores da marca tecnologicamente mais avançados do que os rivais da Intel. Os ganhos de eficiência podem estar relacionados diretamente aos valores de TDP dos processadores. Uma das surpresas nesse quesito é o Ryzen 7 3700X: o novo octa-core da AMD dissipa apenas 65 watts, valor bem abaixo do que é comum entre CPUs de oito núcleos para PCs top de linha. Outro diferencial relevante da nova linha de processadores da AMD é o uso do design com os chamados chiplets: o processador é dividido em um pacote que separa, de um lado, os núcleos de processamento e, do outro, as estruturas de controle de entrada e saída de dados do chip. Nascido nas CPUs para servidores, esse design pode ser o responsável por outro destaque da AMD na guerra contra a Intel: o preço. A emprese surpreendeu a todos não apenas com a promessa de desempenho equivalente ou melhor do que os produtos da Intel, mas também por conta de preços que chegam a ser 50% mais baratos do que processadores rivais. Performance e novas tecnologias Durante o anúncio dos processadores, a CEO da AMD, Lisa Su, apresentou alguns comparativos de performance com relação a rivais diretos da Intel. No entanto, vale ressaltar que aferições reais de performance só serão possíveis quando os Ryzen de terceira geração chegarem ao consumidor no mês de julho. Dito isso, o embate mais impactante foi entre o novo Ryzen 9 3900X contra o top de linha Core i9 9900K. Uma comparação de performance obtido via Cinebench – software de benchmark popular entre PCs – mostrou resultados de 2.040 pontos para o i9 e 2.057 pontos para o Ryzen 9. A diferença em si não chega a ser gritante, mas o destaque é que o Ryzen entrega tudo isso com a promessa de custar menos da metade: a AMD prometeu que o processador top de linha terá preço de US$ 499 (cerca de R$ 1.989, em conversão direta), valor consideravelmente mais baixo do que os US$ 1.189 (aproximadamente R$ 4.740) cobrados pela Intel no i9, considerando o mercado norte-americano. A Advanced Micro Devices também deu uma ideia de como seus novos Ryzen se comparam com os modelos anteriores. Segundo a empresa, o salto para a arquitetura Zen 2 de 7 nanômetros rende ganhos de desempenho 15% superior para os novos chips, quando comparados com seus antecessores diretos. Os novos processadores também trazem novas tecnologias. O maior destaque é o suporte aos barramentos PCI Express 4.0, com promessa de ganhos de largura de banda entre sistema e periféricos da ordem de 50%. Compatibilidade Quando lançou os Ryzen, a AMD prometeu que acabaria com a confusão de plataformas que imperava entre suas linhas de processadores: APUs e processadores chegaram a conviver com três soquetes diferentes no mercado, situação é ruim para o consumidor, que perde a capacidade de planejar upgrades incrementais. Essa situação mudou com as CPUs Ryzen, que chegaram às prateleiras compatíveis com o soquete AM4 e promessa de que a plataforma resistiria por algumas gerações, permitindo que o consumidor, em tese, usasse a mesma placa-mãe comprada em 2016 em um processador lançado em 2019, por exemplo. A boa notícia é que a AMD cumpriu a promessa: os Ryzen 3000 utilizam placas com soquete AM4 e, a princípio, a placa-mãe de três anos atrás irá funcionar com os novos processadores. A única questão, no entanto, é que alguns modelos – especialmente os que usam chipsets de entrada – podem não ser compatíveis. Se você usa uma placa com B350 ou X370, deve antes consultar a fabricante para descobrir se há compatibilidade com o seu modelo por meio de atualização de BIOS. Placas com chipset A320 – o mais simples da AMD – não são suportadas pelos novos Ryzen. Disponibilidade De acordo com a AMD, os primeiros Ryzen 3000 chegam ao consumidor no próximo dia 7 de julho, no mercado internacional. Por enquanto, ainda não há previsão de lançamento e preços dos processadores no Brasil. Via AMD (1 e 2)
  4. Wolfpack

    O que você procura em um filme de Pokémon? A sua reação a esse novo longa talvez dependa bastante da resposta dessa pergunta. Muito esperado por uns, nada desejado por outros, Detetive Pikachu traz, na minha opinião, muito do animê da série, ou, ao menos, das primeiras temporadas, que são as que mais tive contato. Exímios roteiros nunca foram muito a praia da franquia. Não que a série não seja capaz de produzir boas histórias, há bastante espaço para isso, mas essa nunca foi a vitrine dela. O charme da franquia principal é sair em uma aventura, fazer amigos (humanos e Pokémons!) e, principalmente, encontrar e capturar a maior quantidade de bichinhos o possível. É por isso que produtos como Pokémon Go funcionam bem e é também mais ou menos por aí que o filme segue: sem nenhum roteiro muito forte, principalmente no final, mas isso não é ruim. Pelo contrário, eu gostei bastante do que vi. Roteiro fraco não quer dizer que a história é totalmente previsível, na verdade, ela tem uma certa ousadia e tenta te enganar em vários momentos. Só que as viradas de roteiro também são bem... Pokémon. Não sei explicar, mas a trama segue bem como eu espero que uma trama da franquia siga. De qualquer forma, o filme não quer te ganhar no roteiro, que tem lá também suas pontas soltas (não muito diferente da série), ele quer te maravilhar com Pokémons fofos em 3D vivendo no mundo real e nisso ele é realmente muito bom. Ao mesmo tempo, o longa quer funcionar como uma obra por si só, sem querer parecer ser "só mais um filme da série", apesar das inúmeras e esperadas referências (quero deixar aqui também um elogio para a pessoa que fez legendas, que mandou bem com os termos da série). Quer ter a essência de Pokémon sem ser uma "sequência" de Pokémon, dá para entender? É aqui que eu acho que as opiniões sobre ele vão acabar divididas, porque, com uma franquia tão grande, fica difícil dizer qual é exatamente a essência dela. Claro, precisa ter Pokémons, mas os caminhos que dá para seguir partindo disso são infinitos. Existem temas, já ditos antes: aventura e amizade, mas continua vago. O que faz uma obra ser ou parecer Pokémon? Eu não sei responder a essa pergunta, mas eu sei que, ao assistir, eu me senti vendo algo que segue o "tom" dos episódios do animê que me lembro e, por isso, eu achei bem a cara de Pokémon. A temática de amizade, as viradas de roteiro e, principalmente, o estilo do senso de humor, tudo isso me remetia ao animê. Às vezes por fazer exatamente o oposto de momentos importantes dele, às vezes por seguir na mesma linha, parece que brincar com a história conhecida do animê era um constante referencial. Mas nem todo mundo vai gostar ou concordar comigo. Eu assisti ao filme com meu irmão, que tem uma vivência da série diferente da minha. Meu irmão era daqueles caras vidrados no jogos principais, embora já tenha algum tempinho que ele não joga nada novo da franquia. Já meu negócio sempre foi o desenho, eu jogava, mas gostava mesmo era de acompanhar as aventuras do Ash Ketchum, e nenhum de nós jogou Pikachu Detective. Talvez por isso, o filme nos tocou de formas diferentes. Ele gostou, mas esperava que mexesse mais com a nostalgia dele, já eu, como já dito, me lembrei muito do desenho. Como um filme de Hollywood, ele também tem um tom um pouco mais maduro que o da série, dando uma certa repaginada nela. Maduro, mas não distópico (com poucas barbas também). Nesse ponto, ele é ousado para uma obra de Pokémon, mas dentro do esperado de uma obra holllywoodiana. Para mim, ele mescla bem: é o que espero de Pokémon e de Hollywood. No entanto, isso também não vai valer para todo mundo porque depende muito da expectativa que cada um tem da franquia e de Hollywood, mas acho que vale a pena a conferida. E que os Pokémons estão incríveis, ah, isso eles estão! Fonte: Crunchyroll Minha Opinião Ainda não assisti...cinema aqui tá caro ç.ç.
  5. Wolfpack

    Série sobre as garotas em meia-calças, Miru Tights é baseada na história do ilustrador Yomu. Um web-anime intitulado Miru Tights recebeu sinal-verde para ser produzido e lançado na Temporada de Verão 2019 (entre Julho à Setembro). A história original é escrita por Yomu, um ilustrador cujo trabalho normalmente se concentra em mulheres de meia-calça. O site oficial da série anime original Miru Tights revelou que a estreia nas TVs vai acontecer a 11 de maio de 2019. A estreia vai acontecer por streaming no Nico Nico e dAnime Store às 22:00, com um novo episódio todos os sábados. A animação é da Yokohama Animation Lab, a direção é de Yuki Ogawa(Ōya-san wa Shishunki!), a história é de Fumiaki Maruto (Classroom Crisis, Saekano: How to Raise a Boring Girlfriend) e o design de personagens é de Yukari Hibino. Quanto a seiyuu temos: Ren Aikawa ( Haruka Tomatsu) Yua Nakabeni (Youko Hikasa) Homi Moegi (Aya Suzaki) Créditos: OtakuPT e AnimeXis Minha Opinião "A história acompanha Yua, Ren e Homi. Yua gosta de meia-calça clara, Ren gosta de meia-calça opaca e Homi gosta de meia-calça mais espessa." Eu tenho um certo fetiche por meia-calças, então...PERFEITO 10/10 no scope 360 mito! Abraços.
  6. Este tópico é bem simples. Resolvi criar apenas para dar os membros uma brevíssima descrição sobre o jogo, explicando um pouco sobre a sua origem e o que ele tem, além do link de download. Ao final do tópico, segue alguns link que podem ser úteis para quem quiser se informar mais! O que é o jogo Tibia? Tentando resumir o jogo de uma maneira mais técnica, o Tibia é um jogo eletrônico multijogador (MMORPG) gratuito, desenvolvido pela CipSoft. Criado em 1997, é um dos jogos mais antigos do gênero. Nele, os jogadores podem desenvolver as habilidades de seus avatares, buscar tesouros, resolver enigmas e explorar áreas como cidades, masmorras, florestas, desertos, ilhas, praias, minas, etc.. Os personagens podem disputar lutas entre si ou com criaturas, tais como monstros, dragões, demônios, orcs, utilizando armas e magias, enquanto os NPCs não podem ser atacados. Ao iniciar o jogo, o seu avatar começa na ilha de Dawnport, uma ilha onde todo jogador deve permanecer até desenvolver habilidades necessárias para o progresso e sobrevivência nos outros mapas do jogo. Quando o jogador atinge o nível 8, ele pode, opcionalmente, escolher a sua vocação e deixar a ilha. Em Dawnport, o jogador familiariza-se com o jogo e aprende muitas coisas sobre o mundo de Tibia, como magia ou usar flechas e espadas. Onde baixar? O jogo pode ser baixado pelo site oficial do Tibia: Para quem quiser saber mais, recomendo os sites: https://www.tibiabr.com/ https://www.tibiawiki.com.br/wiki/Home Apesar de não saber muito a respeito do jogo, tentei sintetizar alguns conteúdos. Quem souber mais e quiser contribuir, fique a vontade para ir criando novos tópicos na área! Créditos ao ryzen e à wikipedia
  7. Eu gostaria muito que adiciona-sem tags como: Desenvolvidor; Designer; Cada tag teria 3 níveis que seriam do seu nível de aprendizagem. Cada nível teria de ter seus requisitos que seriam criados pelos administrador ou o gerente que trabalharia com os cargos. Eu acho que os cargos seriam muito úteis pois alguém poderia querer comprar algo relacionado com programação ou design e queria algo de qualidade e de confiança ai quem tinha essa tag seriam pessoas que saibam mesmo o que estão a fazer é não uns troxa que queriam roubar.
  8. Sugestão: Eu acho que o discord poderia estar mais trabalho é melhor desenvolvido para ter mais pessoas no site do que no discord. Acho o site uma maravilha mas vejo que os donos não sabem fazer um discord bonito Quem pode colocar: Eu mesmo -.-
  9. Areia Movediça | Série da Netflix sobre massacre em escola ganha trailer, A Netflix divulgou um novo trailer de Areia Movediça, série original que aborda um massacre em uma escola. A trama do novo drama adolescente foi baseada em um best seller do mesmo nome, cujo eixo principal gira em torno da investigação de um massacre que ocorreu em uma escola particular luxuosa do bairro de Estocolmo. Depois da tragédia que devastou todo o país, uma jovem chamada Maja Norberj (Hanna Ardéhn) é acusada pelo crime. A produção abordará um julgamento, que revelará acontecimentos obscuros e segredos dos jovens relacionados aos relacionamentos e família. Areia Movediça estreia na Netflix no dia 5 de abril. ( Já está disponível na Netflix )
  10. Como passar vídeos e filmes no pendrive para assistir na TV ou levar onde quiser! Todos os detalhes sobre quais formatos usar para rodar os vídeos em TVs sem dor de cabeça, mais dicas sobre a conversão. O vídeo começa mesmo a partir de 4:40! Créditos ao Tutoriais para Tudo!
  11. Como todos devem saber, APEX é um jogo no estilo Battle Royale publicado pela EA GAMES. Foi lançado no dia 4 de fevereiro, para PC (Origin), PS4 e XONE e já fez um grande sucesso! Para alguns, o jogo é uma mistura de FORTNITE, PUBG com heróis de personalidade assim como em OVERWATCH e TITANFALL. Agora, vou citar aqui cinco curiosidades do game! 1) TITANFALL sem Titãs Após o lançamento de Titanfall 2, em outubro de 2016, os desenvolvedores começaram a experimentar uma série de modos diferentes. Com a compra da Respawn pela EA e a ascensão de PUBG, os experimentos geraram o que se tornou Apex Legends, irmão mais novo da franquia Titanfall, com quem compartilha o universo. Apex desafia uma série de convenções dos Battle Royales: são 60 jogadores em vez de 100 que são divididos em esquadrões de três, além da capacidade de reviver os companheiros caídos. Durante as fases iniciais do desenvolvimento, a Respawn pensou em inserir os Titãs de Titanfall no jogo, mas o estúdio mudou de ideia. De acordo com a empresa, robôs gigantes removeriam a competitividade justa que gênero oferece, e para balanceá-los, seria necessário deixá-los tão fracos que perderiam seu propósito. 2) Lançamento surpresa Tradicionalmente, a EA faz propagandas dos títulos que pretende lançar ao mercado. Anthem, por exemplo, foi anunciado na E3 em 2017, pouco mais de um ano antes de sua estreia. Apex foi completamente diferente: o jogo se manteve um segredo bem guardado até pouco antes de chegar ao público. O mistério foi uma decisão calculada. O lançamento de um jogo gratuito com loot boxes incluídas, logo após a compra da Respawn pela EA, poderia gerar uma reação negativa antes mesmo do produto final estar pronto. Por isso, a Respawn queria deixar o jogo falar por si mesmo. O resultado foi bastante positivo. 3) Primeiro Torneio Oficial! Apex conquistou uma legião de fãs em tempo recorde. O primeiro torneio oficial do jogo, o Twitch Rivals, foi patrocinado pela Twitch TV e ocorreu em 12 de fevereiro, uma semana após o lançamento. A competição colocou streamers famosos como Tyler “Ninja” Blevins, Coby “dizzy” Meadows , Michael "shroud" Grzesiek e Guy “Dr. DisRespect” Beahm para competir por um prêmio total de US$ 200 mil (cerca de R$ 780 mil). 4) Favorito da Twitch O Twitch Rivals também deu a Apex o quarto maior número de horas assistidas em um único dia na Twitch. Em 12 de fevereiro, os fãs assistiram ao todo 8,4 milhões de horas do título. Nos dois dias antes, o Battle Royale da Respawn também fazia história na plataforma de streaming: contava com 6,9 e 7,1 milhões de horas assistidas, respectivamente, sem nenhum evento ativo. Os três primeiros lugares na Twitch pertencem ao já consolidado Counter Strike: Global Offensive (CS:GO). 5) Destruidor total de recordes! Em apenas três dias, o jogo atingiu dez milhões de jogadores totais.Na semana seguinte, esse número chegou a 25 milhões, incluindo dois milhões de jogadores simultâneos. No seu primeiro mês, o título já cativou 50 milhões de jogadores. Seu rival Fortnite, em contrapartida, atingiu dez milhões em duas semanas, demorou entre seis e 11 semanas para cruzar os 25 milhões e só atingiu 45 milhões quatro meses depois de seu lançamento. Conhece mais alguma curiosidade? Comente aqui! CREDITOS NotyPunch (Formatação) TechTudo (Texto)
  12. Tudo sobre o sistema Android Android é o sistema operacional móvel do Google. Presente em múltiplos aparelhos de diversas fabricantes, como Samsung, Motorola, LG, e Sony, é a plataforma mobile mais popular do mundo. É conhecido por ser baseado no núcleo do Linux, ter um código aberto e uma série de possibilidades de personalização. O sistema nasceu em 2008, e desde então vem sendo aperfeiçoado pelo Google com diversas novidades. Suas atualizações, que não ocorrem com periodicidade exata, recebem sempre nomes de deces. Desde seu início já foram lançadas onze versões e as últimas, mais presentes no smartphones hoje em dia, são: Android 4.4 (KitKat) e Android 5.0 (Lollipop). Diversos updates costumam ser disponibilizados em um ano, sejam eles versões com mudanças completas (indo do 4.4 para o 4.5, por exemplo), ou somente alguns ajustes (como do 4.4 para o 4.4.1). Não são todos os aparelhos que têm as atualizações liberadas no mesmo dia. Sendo assim, isso depende dos fabricantes. O detalhe mais interessante é que, ao contrário do iOS e Windows Phone, o Android não é sempre igual em todos os celulares. Cada fabricante adiciona suas preferências a ele e cria um Android diferente. São as chamadas ROMs. Além das interfaces alteradas, também são adicionados aplicativos dependendo de cada empresa. O que todos eles têm em comum é a presença de apps da própria Google. Essa é uma das grandes características do Android: possui serviços bem completos com a marca Google. Gmail, Google Now e Google Maps, por exemplo, são referências, e têm funcionamento é perfeito no sistema. Além deles, cada fabricante pode adicionar o seu conjunto de apps aos gadgets. Desenvolvedores também podem fazer ROMs customizadas e launchers, que são apps voltados justamente para a personalização visual do sistema. As possibilidades são bem variadas, sempre aproveitando o código aberto do sistema operacional. Um aspecto a ser ressaltado é que celulares não são os únicos a serem equipados com Android. Tablets, consoles móveis, e agora uma série de novos produtos, como TVs, computadores e dispositivos vestíveis, já estão sendo fabricados com ele. Esta fragmentação é uma das grandes vantagens desse sistema operacional para sua popularização, mas também uma desvantagem pelo fato de ele não ser unificado. O sistema é uma das grandes armas do Google nos últimos anos, pois é extremamente popular, ganhou público tanto com os modelos mais simples como com os tops de linha, e não há dúvida de que deve manter-se no topo ainda por um bom tempo. Vale a pena conhecer o Android! Opinião dos especialistas do TechTudo: As versões mais recentes do Android são uma prova incontestável que o SO continua evoluindo. Ele está muito mais elegante, sutil e consideravelmente rápido. Entretanto, a poderosa ferramenta anti roubo, Android Device Manager, não é apresentada durante o processo de configuração. Isso obriga o usuário a fazer configuração adicional depois de iniciar o sistema. O grande destaque atual é o requisito mínimo de 512 Mb de RAM para funcionar. Essa é a característica que mais irá ajudar na popularização do sistema, quando ele estiver disponível para mais dispositivos, principalmente para aqueles considerados de baixo custo e que vivem travando por conta de suas limitações de hardware. Prós Elegante Sutil Rápido Grande número de usuários Contras Não há Créditos ao TechTudo!
  13. Tudo sobre o sistema iOS iOS é o sistema da Apple para os seus dispositivos móveis. A versão mais recente do sistema operacional que equipa smartphones, tablets e setboxes desenvolvidos pela Apple é o iOS 7.1. Disponível para dispositivos como iPhone, iPod Touch, iPad e Apple TV, o iOS tem como destaque a integração com outros sistema da Apple, como o Mac OS X. O sistema, desenvolvido para dispositivos com suporte a telas touchscreen capacitivas, foi o primeiro a introduzir gestos como “pinça”, para ampliar ou diminuir a exibição de conteúdo na tela. A principal característica da interação com o iOS é o uso dos dedos para gerir a interface, dispensando canetas stylus. Desenvolvido para tirar o máximo do hardware O iOS é um sistema operacional para dispositivos móveis que busca tirar o máximo possível do hardware. A Apple tem fornecido um longo suporte a aparelhos antigos como o iPhone 4, totalizando quase quatro anos de suporte ao dispositivo. É mais que o dobro da média de outros sistemas operacionais para dispositivos móveis na atualidade. Sua leveza vem do conceito de “suspensão” de aplicativos. Funciona da seguinte forma, quando um aplicativo não está sendo utilizado, ele entra em suspensão, concentrando os recursos do aparelho para o app que está rodando em “primeiro plano”. Recursos inovadores O iOS foi o primeiro sistema para smartphones mais atuais a incluir recursos como Game Center, uma central de jogos onde o jogador pode fazer amigos e desafiá-los para partidas multiplayer. Outro recurso que surgiu com o iOS foi a assistente pessoal, Siri. O recurso, ativado pela voz, permite que o usuário controle várias funções do aparelho, faça pesquisas e receba as respostas em áudio. O Airplay é um recurso presente em alguns aparelhos (a partir do iPhone 4 e superiores) capaz de espelhar o conteúdo da tela em uma Apple TV. Também é possível fazer isso em computadores com Mac e Windows, desde que seja utilizado um aplicativo de espelhamento como o Airserver. O iCloud é o serviço de compartilhamento de dados na Nuvem. Com ele o usuário pode acessar arquivos, documentos, fotos e outros dados em qualquer dispositivo de forma rápida. O serviço também provê sincronização com a agenda, calendário e outros dados do usuário. Novidades da versão 7 A versão iOS 7 marcou uma reformulação quase completa do sistema. Tela inicial, menus, ícones, tudo ganhou um novo layout, mais limpo e com cores mais vivas. Outra novidade é a Central de controle. Agora é possível controlar vários recursos do aparelho como bluetooth ou Wi-Fi com um simples gesto de movimentar o dedo de baixo para cima, a partir da borda inferior da tela. Já a central de notificações, introduzida no iOS 5, recebeu uma reformulação completa, ficando mais limpa e dividindo o conteúdo em abas. Outra novidade da sétima versão do sistema e exclusiva para usuários da mesma é o Airdrop. Com esse recurso é possível compartilhar conteúdo facilmente entre usuários do sistema. Basta tocar em “Compartilhar” para enviar conteúdo para quem estiver próximo a você e também esteja usando um dispositivo com iOS 7. As atualizações do iOS 7 estão mais fáceis que nas versões anteriores do sistema. O usuário pode recebe-las pelo Wi-Fi ou até mesmo pelo 3G, pois o tamanho das atualizações é reduzido, possibilitando a atualização sem que o usuário perceba. Créditos ao TechTudo!
  14. O MSI Afterburner é um programa recheado de funções para os usuários que desejam interferir nas especificações de suas placas de vídeo para conseguir mais frames por segundo (fps) do sistema e ter maior controle do hardware. O programa, que é gratuito e compatível com GPUs de Nvidia e AMD, tem versão para Windows e é agnóstico do ponto de vista das fabricantes, já que funciona normalmente com placas de outras marcas, como EVGA, Asus, Gigabyte e Sapphire, entre outras. [hide][/hide] Opinião dos especialistas da TechTudo: O MSI Afterburner é uma referência no assunto overclock de placas gráficas. Apesar disso, o programa tem um defeito que, além de incomodar, pode confundir o usuário: a interface do Afterburner dificulta o acesso a funções simples, como aplicar e salvar alterações, e requer tempo de uso para que o usuário entenda os gráficos e medidores redondos que resumem dados técnicos da placa. O aplicativo até suporta a adição de outras skins, que alteram a aparência da interface gráfica. Entretanto, as opções oferecidas acabam caindo no mesmo problema do tema original: design poluído e pouco intuitivo. Superadas as dificuldades com o visual, o usuário se depara com uma ferramenta eficiente e cheia de recursos, indispensável para gamers mais exigentes fazerem sua máquina rodar melhor. A realização de overclock de placas de vídeo talvez seja a funcionalidade mais conhecida do MSI Afterburner, mas passa longe de ser a única. A ferramenta permite que o usuário controle uma série de aspectos técnicos do funcionamento de uma placa, como a velocidade do cooler; determine limites de temperatura ;e pratique, até mesmo, o underclock numa tentativa de economizar energia em notebooks com placas dedicadas. O software também é bem resolvido do ponto de vista das informações, algo que facilita a tarefa de mexer com uma placa. O MSI Afterburner tem monitores em tempo real de velocidade, memória, temperatura e voltagem, o que torna possível acompanhar os resultados de qualquer alteração que você resolva fazer nas configurações da sua placa. O aplicativo perde pontos por conta da interface, mas se recupera em face da riqueza de recursos que garante ao usuário, além do acesso descomplicado ao overclock, que pode ser realizado em poucos cliques, é só uma questão de costume. Prós Possui versão em português Funciona com qualquer placa de vídeo da AMD e Nvidia Permite aplicar um overclock e monitorar seu efeito no sistema com poucos cliques Contras Interface gráfica confusa e poluída Créditos ao TechTudo!
  15. Resident Evil 5 é uma das versões mais populares da série de horror da Capcom, e está comemorando 10 anos de seu lançamento oficial nos consoles e PCs. O tempo passou, mas o título protagonizado por Chris e Sheva continua em alta entre os fãs da franquia, e tem uma história recheada e interessante. Confira as principais curiosidades sobre Resident Evil 5: Polêmica com racismo Logo depois de ser lançado, Resident Evil 5 foi pivô de uma grande polêmica envolvendo os vilões do game e um possível caso de racismo por parte da Capcom. O problema é que ao invés de eliminar os tradicionais zumbis, marca registrada da série, Chris e Sheva enfrentam personagens negros infectados por um vírus. A Capcom tratou de minimizar o incidente, citando a protagonista Sheva e o agente Josh Stone, que têm papéis importantes na trama, e também são negros. Uma discussão similar também chegou a rodear a quarta versão de Resident Evil, que se passa na Espanha. Jogo mais vendido da franquia Lançado originalmente em março de 2009, o game é o mais vendido da história da franquia, com mais de 11 milhões de unidades separadas entre o PlayStation 3 e Xbox 360, além das versões por download. Os números ultrapassam outros títulos badalados da série, como Resident Evil 2, 4 e 7, versão mais recente da franquia de horror da Capcom, que já vendeu 6.1 milhões de cópias entre PlayStation 4, Xbox One e PC. Multiplayer de sofá Diferente dos títulos anteriores da série, Resident Evil 5 trouxe como grande novidade a possibilidade de curtir a sua campanha completa acompanhado de um amigo, controlando a personagem Sheva. O grande charme fica por conta do modo em tela dividida, que dispensa a necessidade de um segundo console ou conexão com a internet. Nos PCs o modo cooperativo chegou a enfrentar alguns problemas e ficar desabilitado, exigindo o uso de um mod para seu funcionamento, Felizmente isso foi corrigido, e hoje é possível jogar normalmente. Conteúdo reciclado em Resident Evil 6 Resident Evil 5 foi um grande sucesso entre os fãs da franquia, mas o mesmo não pode ser dito de RE6, que é considerado um dos piores da série principal da Capcom. Para piorar a situação, arquivos de conceito da versão beta de RE5 foram reaproveitados no seu sucessor, e flagrados pela comunidade de jogadores. Ruínas submersas, criaturas gigantes e até mesmo um chefe bastante similar ao visto na versão de testes de Resident Evil 5 foram parar no novo game, criando uma situação bastante constrangedora para os desenvolvedores. Ausência de Shinji Mikami Principal mente criativa por trás de Resident Evil, Shinji Mikami não fez parte da equipe de desenvolvimento de RE 5, o que ajuda a explicar as diferenças de estilo e caminhos seguidos no game em relação a seus antecessores. Em entrevistas, o diretor chegou a afirmar que não jogaria o novo game da série por não concordar com os rumos criativos tomados após sua saída da Capcom. Mais recentemente, Resident Evil 6 também foi alvo de críticas do desenvolvedor. Modo Mercenaries Retornando após o sucesso em Resident Evil 4, o modo Mercenaries garante diversão extra para os jogadores que já terminaram o game, e podem recrutar amigos (online ou offline) para jogar partidas onde o objetivo é conseguir muitos pontos. É possível escolher os personagens e regiões do mapa de cada jogo, e criar estratégias avançadas com rotas específicas para melhorar o seu desempenho. O modo está disponível para todas as versões e é um dos destaques do pacote. Trailer com zumbis Muito antes de seu lançamento, quando foi revelado pela primeira vez em 2005, Resident Evil 5 parecia um game completamente diferente. A mudança pode ser conferida no primeiro trailer do jogo, onde é possível ver cenas que pouco têm a ver com o game final. O que chama mais a atenção é a presença de zumbis, que se parecem bastante com os vistos em jogos mais antigos da série, e que ficaram completamente de fora do game de 2009. O protagonista Chris também parecia menos forte, lembrando suas versões mais tradicionais. Mod de personagem nua Resident Evil 5 também ficou marcado como o primeiro game da franquia a ter um Mod de nudez popularizado. A modificação ilegal deixava a personagem Sheeva completamente nua durante todo o jogo nas cenas de gameplay. Hoje em dia, já é quase uma "tradição" esse tipo modificação em jogos da franquia. Créditos: Techtudo
  16. Bom, como Pouca gente sabe que esse modo de jogo realmente dá certo, eu resolvi trazer um pouco desse mundo escondido para vocês :D .Nega, Que desgraça é essa? Então querido, O RPG de mesa é algo totalmente Satisfatório se jogado com as pessoas certas, normalmente passado nos tempos antigos, com magias e dragões e uma história cativante de várias formas. .Poh cara, mas como eu faço pra jogar? É tão fácil que chega a ser cômico, você só precisa de amigos e da sua imaginação. Um exemplo: Digamos que eu vou criar uma história de RPG medieval, uma história básica seria: 4 Heróis de variados cantos do reino de Lovandrall(sim um nome que eu inventei, ou não, não sei se existe Kkkk), são convocados pelo rei para salvar sua filha, que foi raptada por um dragão ( ue um dragão? YEEEEEEEAH um dragão). Dai, o MESTRE vai determinar a história para os jogadores, cujo no caso acima os 4 heróis. .É só isso negativo? Eu contro a historia pro meus amigos e fim? Calma gafanhoto, tem várias coisas um pouco difícil a partir dai, tais como a rolagem de dados. Hmmmm me conta ai essas paradas complexas. Então meu maninho, começando pela rolagem de dados: Basicamente, ela serve para tudo dentro desse mundo, desde uma conversa até o ataque em um inimigo, supondo uma ação Bom, a rolagem depende muito dos sistemas que o mestre vai aplicar na sessão .Sistemas? Sim doido, sistemas, existem vários deles, os mais básicos na minha opinião são: GURPS e possivelmente D&D 5ED. Bom, é isso rapaziada qualquer dúvida sobre esse modo de jogo milagroso só me chamar no discord :3, *Megumim* - EXPLOOOOOOOOOSIONNNNN *Cai no sono* :3
  17. A Capcom partilhou um novo vídeo especial para os fãs de Devil May Cry 5. Neste novo vídeo, onde tens mais um acesso aos bastidores, poderás ouvir a equipa de desenvolvimento na Capcom Osaka a conversar sobre as suas filosofias que moldaram o design do novo jogo. Hideaki Itsuno, produtor, fala sobre os princípios aplicados pela sua equipa e poderás escutar outras figuras, como Yoichiro Ikeda, principal responsável pelo design, a conversar sobre como quiseram criar algo fresco e dinâmico. Devil May Cry 5 está disponível nas lojas e é aclamado como um dos melhores jogos da série. Com a ajuda deste vídeo, podes espreitar para os bastidores do jogo e ouvir da boca dos principais responsáveis informações e curiosidades sobre Devil May Cry 5. Créditos: Eurogamer
  18. AK 47, amada por muitos jogadores, m as a arma mais pinadora do CS. Hoje vou estar trazendo um tópico completo das características da AK 47. Para quem caiu de paraquedas no CS vou explicar primeiramente um pouco de como funciona a lendária AK 47, uma arma em que da para fazer varias jogadas incríveis mas muito difícil de manusear por conta do seu RECUO( O recuo da AK e iniciado quando você faz muitos disparos em sequencia como pressionar o mouse. Para controlar esse recuo você precisa treinar bastante e tem vários jeitos -Primeiro jeito, e botando seu mouse para baixo bem pouco ou você pode mirar na cabeça do inimigo e abaixar sua mira rapidamente, mas eu recomendo mirar no peito e abaixar seu mouse bem pouco -Segundo jeito e um dos mais difíceis de aprender na minha opinião, e mirar a ak no chão perto do inimigo nisso os tiros vão subir já que a AK da muito recuo e você acaba acertando e na maioria das vezes matando o inimigo ITENS PARA FAZER QUANDO PERDER UM ROUND - Quando você perde o primeiro round tente fazer eco(Comprar colete e ficar de pistola) , isso ajuda a economizar seu dinheiro para os próximos round e dar uma vantagem de dinheiro para você no futuro. Granadas para comprar em rush no bomb B - As granadas mais essenciais para Rush são (BANG, SMOOKE E MOLOTOV) por qual motivo elas são uteis? Quando você tiver prestes a entrar no Bomb B tente bangar Jogando ela na placa da passagem, a smooke pode jogar na porta do bomb B ou no janelão BANG SMOOKE, MOLOTOV




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