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  2. A Microsoft lançou um tema nostálgico para usuários do Windows 10chamado Windows Throwback. Inspirado na primeira versão do sistema, de 1985, o pacote inclui nove papéis de paredes e sons do Windows 1.0. A novidade pega carona no lançamento da terceira temporada da série Stranger Things, da Netflix, cuja história se passa no mesmo ano. No tutorial a seguir, confira como baixar e instalar o tema nostálgico da Microsoft no seu PC com Windows 10. O procedimento foi realizado em um computador com a versão May 2019 Update, mas as dicas também valem para as edições anteriores do sistema. Passo 1. Acesse a página de download do tema (CLIQUE AQUI) ou abra o app da Microsoft Store e pesquise por "Windows Throwback". Feito isso, pressione o botão "Obter" e aguarde até que o conteúdo seja baixado para o seu computador; Passo 2. Quando o download terminar, selecione "Aplicar". As configurações de personalização do Windows 10 serão abertas; Passo 3. Por lá, selecione o tema "Windows Throwback" para aplicá-lo. Os sons do sistema serão alterados para o padrão do tema e as nove imagens de papel de parede aparecem de forma alternada, em modo de apresentação de slides; Passo 4. Caso queira voltar ao tema padrão do Windows 10 basta acessar as configurações de personalização do sistema e selecionar o tema "Windows". CRÉDITOS NotyPunch (Formatação) TechTudo (Tutorial, imagens e texto)
  3. Pesquisadores do Instituto Internacional de Ciência da Computação (ICSI) detectaram que ao menos 1.325 aplicativos para Android coletam dados dos usuários, mesmo quando as respectivas permissões não são concedidas. Os membros do ICSI, que apresentaram os resultados do estudo em uma audiência com o congresso norte-americano, informaram também que o Google foi avisado do problema em setembro de 2018, mas que uma correção para o problema só deveria chegar com o Android 10 (Q), a nova versão do sistema operacional. O estudo analisou mais de 88 mil aplicativos da Google Play Store para descobrir se eles respeitam as permissões que o usuário define como forma de impedir o acesso a determinados tipos de dados. Os pesquisadores descobriram que esses 1.325 aplicativos infratores usam métodos ocultos em sua estrutura para coletar dados sobre localização a partir de redes Wi-Fi, além de informações obtidas a partir dos chamados metadados de fotos: aqueles dados que acompanham cada foto que você faz no celular, como data, local, horário, etc. Outros apps simplesmente usam as permissões garantidas a outros programas para interceptar dados como o IMEI do aparelho celular. Ferramentas bem conhecidas como Baidu, Disneyland Park e Samsung Health foram flagrados com possibilidade de coletar essas informações. De acordo com os pesquisadores, esses aplicativos podem obter os dados mesmo que suas permissões de acesso tenham sido restringidas pelo usuário. Essas informações são depois direcionadas a servidores dos desenvolvedores na Internet, podendo ser exploradas comercialmente. Segundo o Google, o Android Q implementará correções que deverão impedir que aplicativos comprometam a privacidade do usuário. Um dos recursos permite configurar seus apps para que eles não tenham acesso à informação de local quando estão em segundo plano, mas somente quando são utilizados pelo usuário. CRÉDITOS NotyPunch (Formatação, tradução²) TechTudo (Texto, tradução¹ e imagens)
  4. Stranger Things é uma série que, apesar de jovem (com poucas temporadas), já mora no coração de muitas pessoas, principalmente daqueles apaixonados pelos incríveis anos 80. Ora, se Stranger Things é vintage e os jogos da época eram pixelados, faz todo sentido lançar um jogo no estilo, certo? Pelo menos é o que acha o pequeno estúdio The Duffer Bros. Os desenvolvedores (dois) se aproveitaram do The Game Awards para revelar um jogo sobre a terceira temporada da série do Netflix. Fidelidade Se na série o suspense e a ação ficam em evidência, em Stranger Things 3: The Game não poderia ser diferente. A busca foi por um jogo mais dinâmico, envolvendo muita ação, com porrada, tiros e bombas. Assim foi o trailer de anúncio do jogo, que contou com a ilustre participação pixelada do Delegado Hopper, interpretado pelo ator David Habour e de Joyce, vivida pela Winona Rider na série da Netflix. Isso já mostra um pouco do que esperar de Stranger Things 3: The Game, já que os usuários poderão controlar diferentes personagens, cada um com suas habilidades e/ou poderes específicos. Ainda não há muitas informações sobre o enredo ou a história do game, mas a garantia é que não faltarão monstros, mistérios e desafios, como na TV, aos jogadores que optarem por experimentá-lo. Stranger Things 3: The Game será a segunda experiência da Bonus XP, produtora de games, que já adaptou a primeira temporada, dessa mesma série, para plataforma de games móveis. Mesmo sem previsão oficial de lançamento, a Bonus XP prometeu que o jogo chegará em todas as plataformas do mercado. Tudo indica que o lançamento não deve ser muito distante do lançamento da próxima temporada da série da Netflix. CRÉDITOS NotyPunch (Formatação) MeuPS4Ntc (Texto e imagens)
  5. ryzen

    Como muitos sabem o BJ-Share está de volta, porém muitos não conseguem acessar, isso é devido ao um bug nas configurações de internet do seu computador, para isso, você deve mudar seu DNS para o DNS do Google, que é: 8.8.8.8 (primário) e 8.8.4.4 (secundário) feito isso, espero uns minutos e vualá, o site estará online para você! O site antigo desse tracker está off, o novo link é esse aqui: [Conteúdo Oculto] Créditos ao LoadSec da GG! Conteúdos semelhantes: CPTurbo está online novamente, mas no DeepWeb! CPTURBO está aberto para novos cadastros BJ Share liberou o envio de convites, saiba como conseguir o seu!
  6. É amigos, temos uma ótima novidade para quem estava aguardando um dos maiores trackers liberar seus cadastros. Após 6 meses de pausa no envio dos convites e da operação Copyright, o BJ-Share liberou o site para novos cadastros, porém somente para convidados. A questão é, como vou conseguir meu sonhado convite em um dos maiores trackers do privados do Brasil? É... vai ter que conhecer a nada da equipe e dos uploaders. De acordo com a equipe do BJ, foi criado novas classes no site e somente quem atingir a classe máxima chamada Overload, e somente quem pertence a essa classe vai conseguir compartilhar convites para amigos. Mas e aí, qual é o pré requisito? Elite requisitos 1 mês de cadastro ; 100 torrents lançados ; Ratio maior ou igual a 2.0 ; 500GB semeados . Overlord requisitos: 2 anos de cadastro ; 300 torrents lançados ; Ratio igual ou maior a 10.0 ; 10TB semeados ; Conduta exemplar . 2 anos de cadastro e no mínimo 300 torrents lançados! Quanto aos 10TB semeado é moleza para quem cria tantos arquivos. Bem, é isso... agora os convites do BJ ficaram cada vez mais difíceis, porém não são impossíveis como antes, já que a pouco tempo atrás o envio de convites e cadastros estavam bloqueados. Créditos ao Forbiddeen da GG! Conteúdos semelhantes: CPTurbo está online novamente, mas no DeepWeb! CPTURBO está aberto para novos cadastros
  7. A terceira geração de processadores Ryzen já é realidade. Com arquitetura Zen 2 de 7 nanômetros, a AMDrecuperou a liderança tecnológica em processos de manufatura e passou a frente da Intel pela primeira vez em mais de uma década. O melhor é que o salto tecnológico veio junto a promessas de desempenho superior, maior eficiência, preços competitivos em relação à concorrência. Além disso, a AMD adotou novas tecnologias, como o design em chiplets e suporte às interfaces PCIe de quarta geração. A nova linha Ryzen de processadores da AMD deve entrar em comercialização no próximo dia 7 de julho nos Estados Unidos. Por enquanto, não há previsão de lançamento e preço no Brasil. A seguir, conheça mais detalhes sobre as CPUs Ryzen 3000. O novo Zen Dentro de cada processador Ryzen da AMD – não importa a geração – há núcleos de uma arquitetura chamada de Zen. A diferença das novas CPUs é que o design amadureceu nos últimos anos, ganhando recursos e mais eficiência: os núcleos Zen 2 são mais rápidos, gastam menos energia e permitem acesso a novas tecnologias. Em meio a isso tudo, o salto em eficiência, que é expressivo, talvez seja o mais importante. Os ganhos de performance dos chips de terceira geração da AMD podem ser colocados na conta da migração de um processo de manufatura de 14 nanômetros para os 7 nanômetros (um nanômetro equivale a um bilionésimo de um metro). Nessa escala tão diminuta, a AMD consegue agregar mais componentes dentro da área do chip, diminuindo valores de consumo de energia e de dissipação de calor a margens. Essa característica, pela primeira vez em muitos anos, torna os processadores da marca tecnologicamente mais avançados do que os rivais da Intel. Os ganhos de eficiência podem estar relacionados diretamente aos valores de TDP dos processadores. Uma das surpresas nesse quesito é o Ryzen 7 3700X: o novo octa-core da AMD dissipa apenas 65 watts, valor bem abaixo do que é comum entre CPUs de oito núcleos para PCs top de linha. Outro diferencial relevante da nova linha de processadores da AMD é o uso do design com os chamados chiplets: o processador é dividido em um pacote que separa, de um lado, os núcleos de processamento e, do outro, as estruturas de controle de entrada e saída de dados do chip. Nascido nas CPUs para servidores, esse design pode ser o responsável por outro destaque da AMD na guerra contra a Intel: o preço. A emprese surpreendeu a todos não apenas com a promessa de desempenho equivalente ou melhor do que os produtos da Intel, mas também por conta de preços que chegam a ser 50% mais baratos do que processadores rivais. Performance e novas tecnologias Durante o anúncio dos processadores, a CEO da AMD, Lisa Su, apresentou alguns comparativos de performance com relação a rivais diretos da Intel. No entanto, vale ressaltar que aferições reais de performance só serão possíveis quando os Ryzen de terceira geração chegarem ao consumidor no mês de julho. Dito isso, o embate mais impactante foi entre o novo Ryzen 9 3900X contra o top de linha Core i9 9900K. Uma comparação de performance obtido via Cinebench – software de benchmark popular entre PCs – mostrou resultados de 2.040 pontos para o i9 e 2.057 pontos para o Ryzen 9. A diferença em si não chega a ser gritante, mas o destaque é que o Ryzen entrega tudo isso com a promessa de custar menos da metade: a AMD prometeu que o processador top de linha terá preço de US$ 499 (cerca de R$ 1.989, em conversão direta), valor consideravelmente mais baixo do que os US$ 1.189 (aproximadamente R$ 4.740) cobrados pela Intel no i9, considerando o mercado norte-americano. A Advanced Micro Devices também deu uma ideia de como seus novos Ryzen se comparam com os modelos anteriores. Segundo a empresa, o salto para a arquitetura Zen 2 de 7 nanômetros rende ganhos de desempenho 15% superior para os novos chips, quando comparados com seus antecessores diretos. Os novos processadores também trazem novas tecnologias. O maior destaque é o suporte aos barramentos PCI Express 4.0, com promessa de ganhos de largura de banda entre sistema e periféricos da ordem de 50%. Compatibilidade Quando lançou os Ryzen, a AMD prometeu que acabaria com a confusão de plataformas que imperava entre suas linhas de processadores: APUs e processadores chegaram a conviver com três soquetes diferentes no mercado, situação é ruim para o consumidor, que perde a capacidade de planejar upgrades incrementais. Essa situação mudou com as CPUs Ryzen, que chegaram às prateleiras compatíveis com o soquete AM4 e promessa de que a plataforma resistiria por algumas gerações, permitindo que o consumidor, em tese, usasse a mesma placa-mãe comprada em 2016 em um processador lançado em 2019, por exemplo. A boa notícia é que a AMD cumpriu a promessa: os Ryzen 3000 utilizam placas com soquete AM4 e, a princípio, a placa-mãe de três anos atrás irá funcionar com os novos processadores. A única questão, no entanto, é que alguns modelos – especialmente os que usam chipsets de entrada – podem não ser compatíveis. Se você usa uma placa com B350 ou X370, deve antes consultar a fabricante para descobrir se há compatibilidade com o seu modelo por meio de atualização de BIOS. Placas com chipset A320 – o mais simples da AMD – não são suportadas pelos novos Ryzen. Disponibilidade De acordo com a AMD, os primeiros Ryzen 3000 chegam ao consumidor no próximo dia 7 de julho, no mercado internacional. Por enquanto, ainda não há previsão de lançamento e preços dos processadores no Brasil. Via AMD (1 e 2)
  8. É isso aí amigos, o tracker fechado Friends-Share trocou seu link. Não sabemos o motivo, porém já temos o link novo. E se você não tem conta nele, aproveite, os cadastros estão abertos. [Conteúdo Oculto] Créditos ao 403 - Forbiddeen
  9. Os cartões de crédito virtuais, assim como digitais, estão cada vez mais populares no Brasil. Empresas como Nubank, Itaú e Banco do Brasil já apostam na tecnologia, que promete transações online mais seguras aos usuários. No entanto, como a solução é recente no país, é normal que o público tenha dúvidas sobre o seu funcionamento e vantagens oferecidas. Para ajudar, o TechTudo responde a seguir as principais dúvidas sobre os cartões virtuais. Vale lembrar que os serviços funcionam em aplicativos disponíveis para celulares Android e iPhone(iOS). 1. Quais bancos oferecem o cartão virtual no Brasil? Os cartões virtuais ainda são uma novidade no Brasil, introduzidos recentemente como produtos das instituições financeiras e, por isso, não são todos os bancos que oferecem o serviço. Entre as empresas que já trabalham com cartão virtuais estão o Nubank, Itaú, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Bradesco (para correntistas com cartão de crédito Elo), Santander e PayPal. 2. O que é um cartão de crédito virtual? De forma geral, o cartão de crédito virtual é uma forma mais segura de realizar transações na Internet. O serviço pode ser solicitado por meio do aplicativo de sua instituição bancária, desde que ela ofereça a tecnologia. O diferencial do cartão virtual para o cartão físico é a sua numeração temporária de identificação e do código de segurança. Ao gerá-lo, o usuário tem uma janela de tempo específica para utilizá-lo, o que aumenta sua segurança contra golpes em ambientes online. Após expirar, o cartão virtual não poderá ser usado novamente e, caso o usuário queira realizar uma nova compra online por meio do serviço, deverá solicitar um novo cartão virtual. Vale destacar que o serviço não substitui a versão física e só pode ser usado para efetuar pagamentos online. Cada banco oferece diferentes funcionalidades e normas atreladas ao uso do cartão virtual. No Banco Itaú, por exemplo, o cartão virtual vale por 48 horas depois de gerado e só pode ser utilizado para uma compra única. Seu limite e fatura são os mesmos do cartão físico ao qual está vinculado. Além disso, ele pode ser usado para realizar compras em sites brasileiros e do exterior. A instituição também não recomenda que o usuário utilize o cartão virtual para compras que exijam uma posterior apresentação do mesmo para leitura de tarja ou identificação (como geralmente ocorre na compra de ingressos). Também não é recomendado utilizar o cartão para a compra de serviços de assinatura, pois como ele serve para uma compra única, não será possível apresentá-lo ou renovar pagamentos. No Banco do Brasil, o usuário também gera o cartão virtual por meio do próprio aplicativo do banco. Seu uso, no entanto, é um pouco mais flexível: é possível escolher o limite do cartão (desde que não ultrapasse o limite do cartão físico), por quanto tempo ele ficará ativo, quantas transações poderão ser feitas e qual o valor máximo para cada uma delas. Também é permitido habilitar o cartão virtual para compras no exterior e as transações são lançadas na fatura do cartão principal. O usuário pode desativar o cartão quando desejar. Diferente das instituições tradicionais, o Nubank oferece um modelo diferente de cartão virtual. Por considerar a geração de números temporários para os cartões virtuais uma prática burocrática, o banco optou por oferecer uma versão do produto com número fixo, porém diferente do cartão físico. Na prática, caso um cliente do Nubank queira solicitar um cartão virtual, ele receberá um segundo cartão de crédito dentro do aplicativo do banco, com número diferente do físico, mas que estará vinculado a ele em questões de limite e fatura. Assim, caso o cliente tenha que cancelar seu cartão físico por algum motivo, terá a sua versão virtual para realizar suas compras. Também é possível deixá-lo cadastrado em serviços de assinatura ou sites de compras, por exemplo, já que seu número não é temporário. 3. Como gerar um cartão virtual? Antes de tudo, para gerar o cartão virtual é preciso verificar se a instituição bancária escolhida oferece o serviço. Caso ela ofereça, o usuário precisa ser titular de um cartão de crédito digital ou físico dessa mesma instituição. Na maioria dos casos, não é preciso estar com o cartão físico em mãos para gerar o seu número do virtual. O processo para solicitá-lo pode variar entre os bancos, mas, de maneira geral, se resume aos seguintes passos: acessar o aplicativo oficial do banco desejado, solicitar a criação de um cartão virtual, escolher o cartão de crédito físico ao qual o virtual estará vinculado, utilizar a senha do cartão físico para concluir a geração do novo cartão e receber o seu número temporário para realizar compras online. Para utilizar o cartão virtual gerado não é preciso desbloqueá-lo. Assim que ele estiver disponível, o usuário pode realizar suas transações online. 4. Quais as diferenças entre o cartão digital e o cartão virtual? É comum achar que cartão digital e cartão virtual são a mesma coisa, mas os produtos têm características e objetivos diferentes. O cartão virtual não existe fisicamente e, na maioria dos casos, é descartável, devido à sua numeração temporária. Ele só pode ser usado para um número específico de compras em ambiente online, o que, em tese, aumenta a segurança do usuário nesse tipo de situação. O cartão digital é assim chamado pelo processo de abertura da conta de crédito, que é feita integralmente de forma online, em ambiente digital, mas que resulta em um cartão físico para uso. Sua principal peculiaridade é a facilidade com que pode ser contratado pelo usuário, que não precisa se locomover até as agências bancárias para solicitá-lo. Todas as ações relacionadas com o cartão também podem ser resolvidas ou consultadas por meio de aplicativos. A contratação de cartões digitais não cobra anuidade, o que fez com que o produto se tornasse uma febre nos últimos anos, principalmente entre o público jovem – como foi o caso do Nubank, precursor do cartão digital no Brasil em 2015. 5. Como são pagas as faturas do cartão virtual? Como dito anteriormente, o usuário obrigatoriamente deve possuir um cartão de crédito físico para gerar um cartão virtual. Portanto, as cobranças do cartão virtual virão junto com a fatura do cartão físico, que geralmente são enviadas via correspondência ou disponibilizadas nos sites e aplicativos dos bancos. Em alguns casos, como no do Banco Itaú, a identificação das compras com cartão virtual é feita por meio do símbolo “@” na fatura do cartão de crédito principal. O usuário pode pagá-las como quiser, por meio do site ou aplicativo do banco ou em agências bancárias. Créditos ao TechTudo!
  10. Avast Free Antivirus é um software de segurança com versões que você pode baixar para Windows, Mac OS X, Android e iOS e ser usado em versões gratuitas e pagas. Além de cumprir com as tarefas convencionais de um bom antivírus, o Avast engloba ferramentas úteis para aumentar o nível de proteção dos dispositivos dos usuários. [hide][/hide] O software também possui versões pagas de Avast para Linux. Confira os preços: Avast Core Security (para um servidor e durante 1 ano): R$ 326,19; AvastFile Server Security (para um servidor e durante 1 ano): R$ 407,74. Na versão mais recente, a Nitro, o Avast apresenta um mecanismo de varredura e identificação de vírus e ameaças em tempo real, que funciona na nuvem, o que torna o funcionamento do aplicativo mais leve para o computador. A versão do Avast a partir da atualização Nitro Update promove a chegada de uma integração com a computação na nuvem. O principal destaque é a análise de vírus realizada na nuvem, o que torna o Avast mais leve para o computador, já que o processamento necessário para essa tarefa acaba liberado para o usuário. Outra novidade da atualização, relacionada com a implementação de suporte na nuvem, é o CyberCapture. A ideia aqui é que usuários tenham um canal ágil de análise de suspeitas com especialistas da Avast. De acordo com os desenvolvedores, arquivos suspeitos podem ser isolados num ambiente seguro para envio a especialistas de segurança que irão examiná-los. Com o diagnóstico sobre o status de segurança dos arquivos, a equipe da Avast retorna o contato com o usuário, estabelecendo se os itens suspeitos inspiram cuidados, ou se são seguros. O SafeZone é um navegador de Internet seguro, que acompanha o Avast, e bastante indicado para o usuário que precisa acessar uma página de Internet que considera suspeita, ou que pode ser alvo da ação de invasores. O SandBox é um mecanismo que isola uma parte do sistema, permitindo a execução de arquivos perigosos dentro desse espaço, impedindo que eventuais vírus se espalhem pela máquina. Ferramentas elogiadas nas versões anteriores, o Cleanup, que promete manter o computador limpo e o registro do Windows em dia; atualizador de programas, que mantem os apps instalados na máquina atualizados e o gerenciador de senhas estão de volta na versão Nitro Update. Opinião dos especialistas do TechTudo: O novo Avast Nitro Update continua sendo uma das melhores opções de antivírus grátis do mercado. Com a novidade dos recursos de processamento de dados e análise de ameaças na nuvem, oferecidos até mesmo para quem usa o antivírus na modalidade free, o Avast busca se diferenciar da concorrência ao mesmo tempo que procura combater problemas de lentidão e baixa performance, vistos em algumas edições anteriores. A ideia de rodar a análise de vírus na nuvem chama bastante a atenção porque em testes da AV-Comparatives, instituição que analisa frequentemente a performance e segurança de antivírus, computadores com Avast se mostraram mais rápidos do que aqueles que contam com o Windows Defender, o antivírus padrão da Microsoft. O ganho de performance é bem vindo sobretudo porque sua chegada não compromete outras faces e recursos do Avast, que continua carregado de funções e complementos interessantes (ainda que o uso avançado de boa parte dessas funções dependa de assinaturas das versões pagas, como a Premier: Cleanup, analisador de segurança em redes domésticas e gerenciador de senhas ainda ficam vinculados ao pagamento de versões pagas (além do Avast Premier, há os pacotes Pro e Internet Security). Mas encontramos lentidão para usar o navegador SafeZone. O ato de abrir o aplicativo em um computador com 8 GB de RAM se mostrou bastante lento, comprometendo inclusive o uso de outros aplicativos no mesmo instante. Em resumo, o Avast continua sendo uma opção de qualidade entre antivírus gratuitos para Windows. As novas funções implementadas na versão mais recente justificam a atualização de quem já roda o aplicativo e podem ser interessantes para aqueles que procuram um novo antivírus. Com bom equilíbrio de funções disponíveis gratuitamente e pacotes pagos interessantes, o Avast é um dos melhores antivírus para Windows da atualidade. Prós Perspectiva de rodar análise de vírus na nuvem promete tornar o antivírus mais rápido CyberCapture útil para identificar arquivos suspeitos em tempo real Contras Uso do SafeZone poderia ser melhor Funções como otimização do PC só disponível nas versões pagas Créditos ao TechTudo!
  11. O MSI Afterburner é um programa recheado de funções para os usuários que desejam interferir nas especificações de suas placas de vídeo para conseguir mais frames por segundo (fps) do sistema e ter maior controle do hardware. O programa, que é gratuito e compatível com GPUs de Nvidia e AMD, tem versão para Windows e é agnóstico do ponto de vista das fabricantes, já que funciona normalmente com placas de outras marcas, como EVGA, Asus, Gigabyte e Sapphire, entre outras. [hide][/hide] Opinião dos especialistas da TechTudo: O MSI Afterburner é uma referência no assunto overclock de placas gráficas. Apesar disso, o programa tem um defeito que, além de incomodar, pode confundir o usuário: a interface do Afterburner dificulta o acesso a funções simples, como aplicar e salvar alterações, e requer tempo de uso para que o usuário entenda os gráficos e medidores redondos que resumem dados técnicos da placa. O aplicativo até suporta a adição de outras skins, que alteram a aparência da interface gráfica. Entretanto, as opções oferecidas acabam caindo no mesmo problema do tema original: design poluído e pouco intuitivo. Superadas as dificuldades com o visual, o usuário se depara com uma ferramenta eficiente e cheia de recursos, indispensável para gamers mais exigentes fazerem sua máquina rodar melhor. A realização de overclock de placas de vídeo talvez seja a funcionalidade mais conhecida do MSI Afterburner, mas passa longe de ser a única. A ferramenta permite que o usuário controle uma série de aspectos técnicos do funcionamento de uma placa, como a velocidade do cooler; determine limites de temperatura ;e pratique, até mesmo, o underclock numa tentativa de economizar energia em notebooks com placas dedicadas. O software também é bem resolvido do ponto de vista das informações, algo que facilita a tarefa de mexer com uma placa. O MSI Afterburner tem monitores em tempo real de velocidade, memória, temperatura e voltagem, o que torna possível acompanhar os resultados de qualquer alteração que você resolva fazer nas configurações da sua placa. O aplicativo perde pontos por conta da interface, mas se recupera em face da riqueza de recursos que garante ao usuário, além do acesso descomplicado ao overclock, que pode ser realizado em poucos cliques, é só uma questão de costume. Prós Possui versão em português Funciona com qualquer placa de vídeo da AMD e Nvidia Permite aplicar um overclock e monitorar seu efeito no sistema com poucos cliques Contras Interface gráfica confusa e poluída Créditos ao TechTudo!




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