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  1. Um novo rumor sobre GTA 6, próximo game da famosa série da Rockstar, dá conta de que o jogo pode se passar no Brasil, durante os anos 70 e 80, mostrando o tráfico de drogas dentro da América Latina, entre outros elementos locais. O rumor apareceu primeiro no Reddit, onde o autor da postagem alega ter obtido informações internas sobre o desenvolvimento do game – que ainda não foi anunciado pelo estúdio e nem mesmo confirmado em qualquer sentido. Ele diz ainda que o lançamento seria apenas no PS5 e Xbox Scarlett, e que a ambientação seria inspirada pelo seriado Narcos, da Netflix. Ainda de acordo com os rumores, o novo jogo usará a já conhecida Vice City como cenário, mas que terá uma boa parte de seu conteúdo situado em uma cidade fictícia e inspirada no Rio de Janeiro. O realismo será um ponto forte dentro da aventura, mas não tanto quanto o que foi visto em Red Dead Redemption 2. Segundo o rumor, o protagonista se chama Ricardo, que tem como objetivo na vida de se tornar um grande traficante de drogas. Além disso, o game tem o codinome de desenvolvimento de Project Americas, reforçando a ideia de que ele se passaria na América Latina e América do Norte, em diversos momentos. O autor da mensagem também diz que o título está em desenvolvimento desde 2012, mas que a equipe da Rockstar está mais focada no projeto agora, após a conclusão de Red Dead Redemption 2, que chegou ao mercado no fim de 2018. A Rockstar não se pronunciou a respeito, mas, como todo rumor, é bom esperar algum tipo de confirmação antes de levar em consideração. Via Gamesradar
  2. O jogo League of Legends (LoL) está bloqueado no Irã e na Síria desde o último fim de semana. Segundo o site Dot Esports, a medida faz parte de uma série de sanções estabelecidas pelo governo dos Estados Unidos de Donald Trump aos países asiáticos. As regiões viram suas relações estremecerem depois que um drone norte-americano foi derrubado pelo Irã na última quinta-feria (20). O TechTudo entrou em contato com a Riot Games, que se pronunciou sobre o caso. "Como uma empresa com sede nos Estados Unidos, a Riot Games deve cumprir as sanções impostas pelo governo norte-americano. Em caso de mudanças futuras, os jogadores desses países serão bem-vindos de volta ao Rift", informou a desenvolvedora. A declaração complementa a mensagem que está sendo exibida para os jogadores que tentam acessar o game nas localidades bloqueadas. Players iranianos e sírios comentaram a respeito da situação no Twitter, Reddit e no fórum oficial do League of Legends. Em alguns relatos foi compartilhada uma imagem que mostra a mensagem recebida pelo jogador ao tentar acessar o game. Conflito político A relação entre Estados Unidos e Irã está estremecida desde a saída dos EUA do acordo nuclear com o país asiático em 2018. A situação piorou depois que um drone americano foi derrubado na última quinta-feira (20) no território iraniano. Os asiáticos alegam que fizeram o ataque, pois o avião não tripulado estava sobrevoando o país, enquanto os norte-americanos dizem que ele sobrevoava águas internacionais. Depois do acontecido, o governo dos EUA estabeleceu uma série de sanções ao Irã. A Síria acabou sendo envolvida devido no caso às suas relações com o Irã. O League of Legends foi bloqueado, pois, embora gratuito, conta com microtransações, que foram diretamente afetadas no bloqueio norte-americano. Via Dot Esports, Polygon, Comicbook e PCGamer
  3. A AT&T já está programando o lançamento do seu serviço de streaming sob a WarnerMedia, nova marca criada após acordo entre as duas. A plataforma ainda não tem nome e deve chegar somente em 2020. Isso é o que informou Robert Greenblatt, presidente do novo conselho da empresa de entretenimento, em apresentação durante painel do Cannes Lions. O lançamento inicial, contudo, deve acontecer somente nos Estados Unidos. Isso porque a Warner Bros, HBO e outras marcas cujos conteúdos serão inseridos no novo serviço ainda têm acordos com operadores de TV por assinatura aqui no Brasil. Além disso, é preciso negociar para que a plataforma possa ser lançada por aqui e em outros lugares do mundo. A AT&T comprou a Time Warner no ano passado por um montante de US$ 85,4 bilhões. A negociação já previa utilizar os conteúdos do estúdio da Warner Bros para o catálogo do novo serviço. Com isso, a plataforma de streaming pode contar com produções da HBO, CNN, TBS e TNT. A WarnerMedia também pode contar com a novas produções da DC Comics tanto no cinema quanto para animações de TV. Contudo, essa negociação ainda não foi confirmada. Greenblatt também informou que não deve estrear com uma quantidade enorme de conteúdo como faz a Netflix, acenando para cerca de de 10 mil horas de vídeo, contra cerca de 50 mil horas da Netflix. Créditos ao CanalTech!
  4. A chegada dos consoles de próxima geração está a gerar imenso entusiasmo, mas nem todos estão tão optimistas quanto ao potencial que poderá surgir com a chegada do PlayStation 5 e Xbox Project Scarlett. Atsushi Inaba, diretor da Platinum Games, é uma das pessoas que não consegue ficar entusiasmado com a chegada dos novos consoles e nem sequer espera grande inovação delas pois, segundo diz, são feitas com componentes já existentes e já sabe o que esperar. Em conversa com o VGC, Inaba diz que o PS5 e a Xbox Project Scarlett são mais do mesmo e que a passagem para o uso de componentes sem qualquer personalização ou inovação não lhe permitem gerar entusiasmo. Inaba dá ainda o exemplo do Nintendo Switch, "é um Tegra que já existia é os outros consoles usam chips e gráficos muito similares ao que vês nos PCs, talvez ligeiramente atualizadas. Nada disto parece único a esse hardware." Para Inaba, a inovação na indústria poderá chegar através dos serviços de streaming, como o Stadia da Google. Mas, e você? o que acha sobre tudo isso? Será que a proxima geração, que, apesar de graficos melhores e melhor tempo, será que virá apenas mais do mesmo? Ou esse avanço irá suprir as necessidades? Deixe sua opnião ai! CRÉDITOS NotyPunch (formatação e textos) Eurogamer (Conteudo )
  5. O Facebook vai lançar sua própria moeda, no estilo Bitcoin, em 2020, segundo informações da BBC divulgadas na última sexta-feira (24). Chamada internamente de “GlobalCoin”, a moeda eletrônica da rede social entra em fase de testes ainda este ano. De acordo com a publicação, o dinheiro virtual será usado dentro de apps e serviços do Facebook (como Instagram e WhatsApp) para transferência de valores. Isso garantiria aos usuários um método rápido e seguro de movimentação de dinheiro sem a necessidade de uma conta bancária. A GlobalCoin, que segundo especulações anteriores se chamaria Project Libra, será convertida para dólar e outras moedas e o lançamento deve acontecer no primeiro trimestre de 2020, em 19 países. Segundo as informações divulgadas pela BBC, a intenção do Facebook é disputar espaço com as instituições financeiras e bancos convencionais. Usando moeda virtual, a rede poderia oferecer um meio de pagamento e transferência de valores mais acessível e prático, dispensando a necessidade de contas em bancos tradicionais. Nessa lógica, entretanto, bancos ainda seriam necessários para realizar as operações de conversão do GlobalCoin em dinheiro de verdade, ou vice-versa. Embora o Facebook não tenha se posicionado oficialmente a respeito das informações, os estudos parecem avançados. Segundo a BBC, Mark Zuckerberg fez reuniões com o Bank of England, instituição que tem caráter regulatório e funciona de forma semelhante ao Banco Central do Brasil, além do Tesouro dos Estados Unidos, órgão que assume os contornos parecidos aos do Ministério da Economia para o Brasil. Essas conversas teriam como objetivo discutir questões regulatórias que teriam de ser encaradas pela iniciativa. A publicação britânica também informa que o Facebook está em negociação com a Western Union, que oferece serviços de transferência de valores que poderia ser integrados ao GlobalCoin. A rede social teria a intenção de atrelar o valor do GlobalCoin ao dólar. Essa medida seria uma forma de impedir que o GlobalCoin tenha mesma volatilidade de outras criptomoedas, que sofrem grandes variações na cotação ao sabor dos humores do mercado. Vinculada ao dólar, a GlobalCoin teria um valor mais estável e poderia acabar se tornando uma opção mais segura para pagamentos por meio da Internet. Via BBC, The Verge
  6. A indústria de games no PC tem sido tema de calorosas discussões desde que a Epic Games Store chegou ao mercado e começou a anunciar a exclusividade de alguns jogos, que não estão saindo na Steam, a atual "dona" desse mercado nos computadores. E entre grandes títulos AAA sendo anunciados para a plataforma da criadora de Fortnite e rumores colocarem mais lenha nessa fogueira, uma pessoa com propriedade resolveu dar sua opinião sobre o assunto: Richard Geldreich, ex-funcionário da Valve. Após Tim Sweeney, o comandante da Epic Games, fazer uma publicação falando sobre as acusações de que a sua loja é um "spyware", Richard Geldreich respondeu dizendo que a plataforma está fazendo um trabalho significativo e, na sequência, relacionou a situação com a Steam. De acordo com o ex-funcionário da Valve, comparar a Epic Games Store com um "spyware" é insano e, segundo ele, a Steam pega grandes quantidades de dados de seus usuários e não sofre com as mesmas acusações. Geldreich também comentou sobre o impacto da chegada da loja da Epic Games no mercado e disse que a concorrência é saudável para o mercado. "Steam estava matando a indústria de games no PC", disse o ex-desenvolvedor da Valve, referindo-se a taxa imposta pela plataforma para a publicação de jogos. "Se não fosse a Epic, a indústria inteira estaria se esforçando para pagar os 30% da Valve". "Se não fosse a Epic, toda a industria estaria se esforçando pra pagar os 30% à Valve" - Richard Geldreich Enquanto a Steam cobra cerca de 30% dos lucros com o game para manutenção de sua plataforma, sem contar despesas como royalties do motor gráfico, a Epic Games oferece um valor mais amigável para os desenvolvedores: uma fatia de apenas 12%, que também inclui as taxas de uso da Unreal Engine 4 para jogos feitos com a tecnologia. Além de defender os valores praticados pela Epic, que dão mais recursos para os desenvolvedores, Richard Geldreich também defendeu os polêmicos contratos de exclusividade feitos pela dona de Fortnite. Segundo o desenvolvedor, os lançamentos do tipo representam "um negócio melhor" que o oferecido pela Steam e garante mais renda para os estúdios trabalharem em novos games. "A inconveniência de instalar um novo cliente vale a pena", completou o ex-empregado da Valve. Em meio a toda essa polêmica, vale lembrar, também, que outras lojas estão surgindo para oferecer ainda mais competição nos computadores. Além de empresas como a Bethesda estarem investindo cada vez mais em plataformas de distribuição próprias para evitar taxas de publicação, o serviço de comunicação Discord anunciou uma loja de games que dá 90% dos lucros para os desenvolvedores. Créditos a Adrenaline e ao bililus!




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