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  1. Fortnite é um Battle Royale da Epic Games disponível para download no PS4, Xbox One, PC, Nintendo Switch e em versão mobile para baixar no Android e iPhone (iOS). Em março de 2019 o jogo recebeu o Modo Arena, atualização que trouxeram partidas ranqueadas. Todos começam na Divisão Um da Liga Aberta e podem chegar até a Divisão Sete da Liga dos Campeões. Para avançar para o próximo ranking, basta ganhar pontos de Fama com base no número de eliminações e colocação em cada partida. Chegar à divisão mais alta pode ser difícil, e para isso, o player deve conhecer as melhores estratégias no Battle Royale, incluindo atitudes que não devem ser tomadas. Veja, a seguir, cinco coisas que você nunca deve fazer em partidas de Fortnite. Não fuja do modo parquinho Lançado em julho de 2018, o Modo Parquinho é uma ótima forma de aprender e aperfeiçoar a habilidade de construção no game. Para os iniciantes, o modo pode ser uma maneira de se acostumar com o sistema de construção, que é diferente de outros jogos. Em Fortnite, é preciso saber criar paredes e rampas para driblar os adversários pois praticamente todo o mapa pode ser destruído por picaretas. No modo playground é possível realizar testes, jogar sozinho ou convidar um grupo de amigos para se divertir. Nele, os jogadores têm uma hora para terminar suas construções e explorar toda a cidade. Caso o jogador morra, ele é novamente lançado no ar e retorna ao mapa. Não use a configuração padrão do jogo Uma boa forma de melhorar seu desempenho nas partidas é mudar as configurações padrões do jogo. Se você tiver um mouse gamer, tem a opção de ter um ou dois botões extras no alcance do polegar, o que facilita e agiliza na hora de construir. Outra opção é dividir melhor as funções entre teclas do mouse e teclado para que elas fiquem perto uma das outras e sejam de fácil alcance das mãos. Também é importante desligar a sombra do jogo, pois por mais que fique visualmente mais bonito, isso pode atrapalhar na hora de visualizar um inimigo, por exemplo. Tanto na versão para PC como no Xbox One e PlayStation 4, o jogo também aceita controles, portanto, é importante decidir qual dos periféricos é o ideal. Não vá atrás de um adversário se tiver pouco material Na hora ir atrás de um adversário, a disputa pode acabar se tornando uma briga de construção, e o jogador com pouca madeira pode não conseguir se proteger. Para evitar essa situação, junte no mínimo 300 de material antes de ir para o combate. Se o player souber construir bem mesmo tendo pouca vida, pouca munição e armas não tão boas, ele pode ganhar uma partida apenas construindo e pegando o inimigo desprevenido. Por isso, não ter muito material pode te transformar em um alvo fácil. Ter madeira é essencial para sobreviver em campo aberto enquanto a área segura do mapa diminui. Preste atenção nas armadilhas nas paredes As armadilhas são encontradas principalmente em áreas muito frequentadas do mapa. Considerando que as armações causam 150 de dano, é muito importante tentar escapar. As armadilhas de parede podem ser evitadas ao andar perto da parede oposta. Além disso, os jogadores podem construir uma rampa para tentar bloquear os picos e, caso não tenha materiais para isso, também podem caminhar na beira dela. Fazendo isso, os picos não devem ser acionados já que seus sensores estão localizados mais próximos do centro. Não gaste munição para tentar detonar construções Os explosivos são muito eficientes em destruir as estruturas inimigas que costumam aparecer em grande quantidade perto do final das partidas. Sendo assim, é de extrema importância que o player guarde alguns explosivos no inventário para destruir as bases inimigas de maneira rápida e economize a munição para usar na hora de finalizar o adversário. Quando for destruir estruturas, tente acertar o pronto fraco para agilizar o processo. Via Gamepedia
  2. O celular Android requer alguns cuidados importantes para garantir segurança e funcionamento pleno. Presente em 85,9% dos smartphones no mundo segundo levantamento da IDC, o sistema operacional do Google dá liberdade para o usuário baixar apps de qualquer lugar, expandir o armazenamento e até explorar pastas internas do dispositivo. No entanto, é preciso ter precaução ao aproveitar essa flexibilidade. Veja, a seguir, sete coisas que você não deve fazer no telefone para evitar problemas. 1. Apagar pastas importantes Ao navegar no gerenciador de arquivos do celular, é importante ter cuidado para não apagar pastas de aplicativos e do sistema. O sistema operacional está protegido contra esse tipo de interferência se você não fez root no smartphone, mas alguns diretórios de aplicativos podem ser modificados pelo usuário e, com isso, prejudicar seu funcionamento. A menos que saiba muito bem o que está fazendo, não exclua nada que esteja fora da pasta Download, Documentos e de fotos (DCIM). 2. Baixar apps de fora da Google Play Baixar aplicativos fora da Google Play pode comprometer seriamente a segurança do celular. Apps com APK disponibilizado em lojas alternativas podem conter modificações para camuflar vírus e outros códigos maliciosos perigosos, abrindo caminho para hackers roubarem dados pessoais, por exemplo. Além disso, apps que não passam no crivo do Google podem não funcionar corretamente, prejudicando o desempenho do smartphone no dia a dia. Em todo caso, prefira sempre fazer download na Play Store. 3. Ficar sem antivírus Se você não se sente seguro para avaliar possíveis tentativas de golpe na internet, um bom antivírus para Android pode ajudar. Antivírus não costumam ter muita utilidade para usuários que tomam cuidado para não baixar apps perigosos ou clicar em links suspeitos. No entanto, os mais desatentos podem precisar lançar mão de um aplicativo de segurança para melhorar a proteção. Apps antivírus, vale lembrar, não só bloqueiam malware baixado no celular, mas também alertam sobre potencial ataque de phishing via SMS e e-mail. 4. Ignorar atualizações de software Não ignore a notificação que avisa quando uma nova versão do software está disponível: assim que o alerta surgir na tela, conecte no Wi-Fi, ligue o aparelho no carregador e execute o procedimento o quanto antes. Além de novas funções, atualizações do Android trazem melhorias importantes de segurança que devem ser implementadas no sistema o mais rápido possível, diminuindo as chances de seu celular ser alvo de ataques de hackers que buscam explorar vulnerabilidade conhecidas. 5. Deixar apps desatualizados Atualizações de aplicativos também costumam trazer correções de bugs de segurança e, por isso, não devem ser ignoradas. É importante ter atenção principalmente com apps bancários e outros que lidam com informações financeiras, já uma vulnerabilidade nesse tipo de programa pode significar perda de informações sensíveis. No entanto, em alguns casos, até apps aparentemente inofensivos como o WhatsApp podem ter falhas sérias. Por via das dúvidas, deixe o Google Play configurado para atualizar tudo automaticamente sempre que o celular estiver no Wi-Fi e conectado a uma fonte de energia. 6. Limpar memória com frequência Aplicativos disponíveis no Google Play que prometem melhorar o desempenho do celular podem mais atrapalhar do que ajudar se não forem usados com parcimônia. Esses apps geralmente trabalham com limpeza de memória, um artifício que pode dar a impressão imediata de aumento de velocidade, mas, na prática, tende a prejudicar o sistema. Com memória sempre limpa, o celular tem mais trabalho para carregar o Facebook e demais apps usados frequentemente, aumentando o consumo de energia e outros recursos do aparelho. A recomendação, é somente lançar mão de limpadores em último caso. 7. Usar cartão microSD de baixa qualidade Vários celulares Android permitem expandir a memória com cartão microSD, mas o acessório pode trazer prejuízo se não tiver as especificações ideais. Cartões de memória de baixo custo podem reduzir drasticamente a velocidade de operação do smartphone e até corromper dados, apagando fotos e vídeos importantes armazenados ali. A dica é usar cartões novos de pelo menos Classe 10, que entregam boa performance para a maioria dos telefones. Quanto mais potente for o celular, melhor deverá ser o acessório: se você tem um Galaxy S10 ou outro equivalente, opte por microSD de classe UHS 1 ou UHS 3. Créditos IDC e TechTudo!
  3. Freitas Arts

    Rellow 1. My First Gif Sign 2. ERROR GIF 2. 3. Vintag - PNG VERSION 4. Love eu pls Sim, eu sou um lixo... sim, eu não uso drogas e sim, não.
  4. E você? Se identificou com algum? Venha compartilhar com a zikagames! Os primeiros anos do século XXI foram cheios de inovações e mudanças importantes para o mundo da tecnologia. A internet cresceu, os computadores se tornaram mais potentes e novos acessórios surgiram ou se popularizaram. No Brasil, muitas pessoas passaram a ter acesso ao universo digital, tanto em casa quanto nas lan houses. Os PCs dos anos 2000 eram bem diferentes dos atuais, e não apenas com relação a sistema operacional e programas. Confira a seguir seis itens que eram indispensáveis para os computadores da época. 1. Webcam Em uma época sem smartphones para fazer chamadas de vídeo, se você quisesse ter uma videoconferência, precisaria de uma webcam. A pequena câmera de resolução duvidosa costumava ficar em cima ou ao lado do monitor, apontando para o rosto do usuário. O acessório, que transmitia imagens via internet, ficou especialmente popular com a inclusão de chamadas de vídeo no MSN Messenger e em bate-papos online. Era muito comum perguntas como “tem cam?” em conversas por aí. Também era possível aproveitar e tirar umas fotos em frente ao computador para postar no Orkut, já que nem todo mundo tinha uma câmera digital. Havia webcams de diversas cores e formatos, com diferentes níveis de qualidade. O dispositivo passou a ser vendido por grandes marcas e se espalhou ao longo dos anos 2000, mas o primeiro modelo foi lançado em 1994: a QuickCam, feita pela Connectix Corporation, que captava imagens em 320 x 240 pixels com 16 tons de cinza. 2. Leitor de CDs e DVDs Nos anos 2000, um computador sem a capacidade de ler e gravar CDs tinha pouca utilidade. CD-Rs e CD-RWs eram necessários para visualizar arquivos de música, por exemplo, ou abrir e salvar dados. Enquanto os disquetes saíam de cena e os pen drives começavam a surgir, o CD era o protagonista em termos de armazenamento móvel. Os DVDs, com maior espaço disponível, também estavam lá. Era possível inclusive ouvir o barulho que o leitor ou gravador fazia quando um disco era inserido – em caso de problema, esse ruído podia inclusive ser uma forma de perceber. A ascensão de alguns dispositivos e serviços, porém, foi reduzindo cada vez mais o uso dos discos compactos. Com o compartilhamento de músicas em MP3 na web, os CDs se tornaram obsoletos e uma indústria inteira precisou se reformular. O mesmo caminho seguiu o DVD, a partir da popularização dos filmes e séries online. Quanto à função de armazenamento, os discos foram substituídos por pen drives, mais práticos e com maior capacidade, além dos serviços na nuvem, um pouco mais tarde. 3. Entrada para disquete Os disquetes já estavam caindo em desuso na década passada, mas muitos computadores ainda eram vendidos com um leitor para eles. Crianças e adolescentes de hoje talvez nem conheçam o antigo método de armazenamento de dados portátil na forma de um quadrado de plástico. Criado nos anos 1970, o disquete teve várias versões ao longo do tempo, mas o último modelo comum foi o de 3,5 polegadas. Cabiam 1,44 MB em cada um deles, tamanho inferior a um único arquivo de música atual, por exemplo. Mas há alguns anos, essa capacidade era suficiente para algumas pessoas guardarem documentos e fotos. Além disso, muitas usuários possuíam um acervo de disquetes dos anos 1990, inclusive para a instalação de programas e jogos. Com frequência, esses softwares vinham divididos em vários disquetes, já que um só não dava conta do volume total de informações. 4. Modem de Internet discada Conectar-se à Internet antes da banda larga era uma tarefa que exigia um pouco de habilidade e muita paciência. Para acessar a rede, era necessário ter uma linha telefônica, que ficava indisponível durante o uso, um provedor pago e um modem. Esse componente, responsável por codificar e decodificar os dados em sinais de áudio, costumava vir instalado dentro do computador, mas nem por isso passava despercebido. Quando o usuário abria o programa do provedor e iniciava a conexão, a máquina fazia o característico barulho de discagem que ficou marcado até hoje nos ouvidos de quem viveu aquela época. A velocidade da navegação ficava muito abaixo dos padrões atuais, mas era normal esperar minutos para carregar uma página mais pesada ou até horas para baixar um álbum de música. Felizmente, a banda larga cresceu bastante durante a década e, em 2006, ultrapassou a Internet discada no Brasil. 5. Mouse com bolinha Outro item que estava desaparecendo, mas ainda marcava presença em muitos computadores pessoais, era o mouse com esfera. Se hoje o mouse óptico, com um feixe de luz de LED como sensor de movimentos, é o padrão, antigamente havia uma bola emborrachada que fazia esse papel. Conforme o usuário movia o periférico, a esfera rolava e mexia duas rodinhas, uma no eixo vertical e outra no horizontal. Elas então traduziam o deslocamento em coordenadas para o cursor na tela. A bolinha de dentro do mouse exigia alguns cuidados de vez em quando. Exposta ao ambiente externo, ela acumulava sujeira e gordura. Portanto, quando o acessório começava a falhar, era necessário abrir e fazer uma limpeza. Para nosso alívio, esse trabalho todo acabou quando o mouse óptico apareceu e dominou o mercado de informática. 6. Caixinhas de som Hoje não é mais tão comum usar o alto-falante do computador por muito tempo. Para escutar música alta ou assistir a um filme, por exemplo, há formas melhores de fazer isso, como usar uma caixa de som portátil ou uma TV com bom sistema de áudio. Quando é preciso escutar algo na máquina, existe uma fonte de som embutida, discreta, principalmente no caso dos notebooks. Mas nos anos 2000 era muito comum ter duas caixinhas de som em cima da mesa do computador, posicionadas uma de cada lado do monitor. Elas eram conectadas ao gabinete por plugues P2 e também possuíam entrada para fones de ouvido e microfone. Em geral, essas caixinhas não costumavam ter um som muito bom. Créditos ao techtudo!




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