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pervertido-san

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  1. O que eu perco (e ganho) trocando o Google pelo DuckDuckGo Texto por Rodrigo Ghedin O Google ainda é, de longe, o buscador mais usado no mundo. No Brasil, sua fatia do mercado passa dos 90%, e não é por acaso: é um serviço, que costuma entregar o que o usuário procura numa frequência bem satisfatória. Apesar disso, o Google não é o único e, por uma série de razões, resolvi experimentar o DuckDuckGo por uns tempos. O maior motivo que leva alguém a abdicar do poder do Google por algo mais simples, como o DuckDuckGo, é privacidade. Desde que o projeto Prism foi revelado e com a crescente preocupação com a forma com que nossos dados são usados para segmentar anúncios na Internet, o interesse por alternativas mais transparentes aumentou. O DuckDuckGo passou a ser uma opção nativa (não padrão) no iOS 8, OS X Yosemite e no Firefox 34. Gabe Weinberg, CEO do DuckDuckGo, disse que o número de consultas feitas em seu buscador cresceu 600% nos últimos dois anos. E, o mais importante, ele funciona de uma maneira minimamente viável — não basta respeitar o usuário, é preciso, antes disso, prestar um bom serviço. Configure o DuckDuckGo como mecanismo de busca padrão no Chrome Por aqui, troquei o motor de busca do Chrome no início do mês. Fazer a troca é fácil, embora o caminho até lá não seja muito óbvio. É assim: Acesse o buscador, clique com o botão direito no campo de busca e, em seguida, em Adicionar como mecanismo de pesquisa. Depois, entre em chrome://settings/searchEngines, localize o DuckDuckGo na lista e clique no botão Tornar padrão, que aparece ao passar o cursor do mouse sobre ele. Feito isso, o Chrome passará a usar o DuckDuckGo em vez do Google na hora de fazer pesquisas na web. Por que o DuckDuckGo? É importante esclarecer desde já: o DuckDuckGo tem publicidade, e ela aparece nos resultados mais ou menos como no Google, Bing e outros buscadores tradicionais. O diferencial é que os anúncios são selecionados de acordo com a palavra-chave usada na pesquisa, e só. O Google usa isso e mais uma série de sinais, como o seu histórico de buscas, de navegação e geolocalização a fim de exibir anúncios (e resultados) mais segmentados. Outra estratégia de faturamento que o DuckDuckGo usa é o de links de referência de alguns sites de e-commerce, como Amazon e eBay. Alguns resultados vêm com um código na URL que garante, ao buscador, uma pequena comissão caso o usuário que clicou nela efetue uma compra. Esse modelo de negócio não interfere com a principal bandeira do DuckDuckGo, a privacidade. O site não coleta nada do usuário, que não tem nem mesmo acesso a uma conta/perfil. Algumas configurações são disponibilizadas e elas podem ser salvas na nuvem, mas isso é feito com uma senha, não com um login ou qualquer outro mecanismo capaz de identificar usuários. O DuckDuckGo não sabe quem você é, nem tem interesse nisso. Ele é neutro e igualitário. As desvantagens do DuckDuckGo Se por um lado essa abordagem garante mais privacidade, por outro priva o buscador de entregar resultados mais precisos. No Google, por exemplo, quando digito “restaurante,” ele exibe restaurantes da região onde me encontro no topo da página, logo de cara, sem que eu precise indicar o lugar. Afinal, o Google sabe onde eu moro ou estou e processa esse sinal, junto com dezenas de outros, para devolver resultados que fazem mais sentido para mim, indivíduo, Rodrigo Ghedin. É mais cômodo e a base do filtro invisível formulado por Eli Pariser. Já no DuckDuckGo, “restaurante” retorna guias de São Paulo e sites de alcance nacional. Ele não sabe onde eu moro e não tem meu histórico de restaurantes próximos pesquisados, então devolve uma lista dos endereços mais populares derivados da palavra-chave buscada. Para consultas mais genéricas, não chega a ser problema — no caso, “restaurantes [nome da cidade]” no DuckDuckGo já eleva em muito o nível dos resultados, a ponto de os tornar aceitáveis. No geral, aliás, o buscador é bem competente e não fez eu me sentir privado de muita coisa por deixar o Google de lado. Só em alguns casos, e uns bem específicos e úteis. Imagens é um clássico. A do Google é bastante refinada, permitindo filtrar os resultados por cores, tamanho e outros critérios — até imagens com licenças de uso livre! Também dá para buscar pela própria imagem (pesquisa inversa), não apenas palavras-chave, o que é bem útil para encontrar a fonte de uma ou versões em tamanhos diferentes. A pesquisa por imagens do DuckDuckGo não é de todo ruim, mas não chega perto do detalhismo que o Google fornece. Falta ao DuckDuckGo, também, um filtro temporal. O Google oferece uma ferramenta que limita os resultados a períodos, o que é muito útil para encontrar notícias específicas, especialmente quando os termos estão envolvidos em alguma notícia mais recente e as buscas retornam esse novo fato, deixando o antigo no limbo da segunda página de resultados em diante. Mesmo sem o filtro temporal, o DuckDuckGo perde na busca por notícias. Não é de hoje que o Google aposta em conteúdo em tempo real, e esse esforço se faz ver na prática. Tanto notícias de última hora, quanto mais antigas, são mais fáceis de serem encontradas no Google. E… bem, nessas horas eu pulo para lá sem muita cerimônia. O bom é que o DuckDuckGo facilita esse trânsito, e essa é só uma das peculiaridades bacanas do serviço. Onde o DuckDuckGo acerta Se eu quero pesquisar algo no Google a partir do DuckDuckGo, basta colocar um !google antes da consulta. Um vídeo direto na pesquisa do YouTube? Basta inserir !youtube antes. O mesmo vale para !facebook, !twitter e uma variedade de outros sites. São os !bangs, que “teletransportam” o usuário do DuckDuckGo para os mecanismos de busca de outros sites. O serviço também tem respostas diretas para contas, conversor de medidas, informações factuais, filmes, livros até coisas menos comuns, como palavras que rimam, status de voos e um timer nativo. As respostas instantâneas, nome dado a esse conjunto de resultados precisos, são relativamente novas, mas já são mais de 100 disponíveis e o DuckDuckGo continua a receber novas ideias e contribuições — o mecanismo tem o código aberto; as melhores criadas e implementadas estão reunidas neste site. No quesito usabilidade, mais elogios. O DuckDuckGo destaca o site oficial da palavra-chave pesquisada, por exemplo, o que é um adianto. Os resultados têm rolagem infinita e há opções de temas para quem não curte o padrão. (Eu uso um alternativo, o Contrast.) Se não gostar de nenhum deles, as configurações permitem formatar a página nos mínimos detalhes, de cores à tipografia. E não só; toda a experiência de uso do DuckDuckGo é bastante personalizável. Vale trocar o Google pelo DuckDuckGo? É impossível negar que há uma perda na qualidade dos resultados. O DuckDuckGo é ótimo, mas ao abdicar do monitoramento dos usuários, ele perde em personalização e isso sem dúvida afeta os resultados. É, afinal, o dilema da privacidade vs. comodidade em ação. O fator hábito também pode pesar um pouco para quem está acostumado às ferramentas e atalhos mais avançados do Google, mas nada que um pouco de paciência e interesse não resolvam — várias dessas coisas estão no DuckDuckGo, só que são acessíveis por caminhos diferentes. E, claro, o serviço tem lá seus recursos sedutores, como os !bangs e a personalização da página de resultados. No mínimo, vale a pena experimentar. Se não gostar, pelo menos você terá a tranquilidade de que esse período de testes não deixou rastros dos seus gostos e hábitos num servidor obscuro em algum canto da Internet…
  2. pervertido-san

    Incrível o tópico! Monster Hunter era um game que eu tava hypadasso pra jogar antes do lançamento, mas não sei por qual razão, acabei me "esquecendo" do jogo, agora que vi o tópico e alguns clipes do jogo me deu uma puta vontade.
  3. Ótima noticia e espero que seja aprovado, jogos é algo extremamente caro no Brasil. Além de ser um boa noticia para os consumidores, também é uma puta noticia boa para os desenvolvedores, pra que baixar pirata se eu posso comprar por um preço camarada e auxiliar o desenvolvedor? Minha opinião sobre os impostos se assemelha com a do @NotyPunch, o que o estado pode fazer com seu dinheiro, você pode fazer muito melhor :D ** off-topic **
  4. pervertido-san

    Joguei algumas partidas desse modo, é muito divertido, ainda mais jogando em call com amigos, ainda ta em beta phase então as vezes buga um pouco e os campeões ficam AFK (igualzinho na SoloQ). Hoje teve um campeonato organizado pela streamer Pokimane com várias streamers estrangeiros, consegui acompanhar só uma parte, mas foi bem divertido ver as formações e as estratégias econômicas de cada um.
  5. pervertido-san

    Sometimes i need to pee alone
  6. pervertido-san

    Guia Cooking (P2P) Quest's Cook's Assistant XP recebida: 300 Requisitos: None Rag and Bone Man XP recebida: 500 Requisitos: None Gertrude's Cat XP recebida: 1,525 Requisitos: None Forgettable Tale... XP recebida: 5,000 Requisitos: 22 , 17 Big Chompy Bird Hunting XP recebida: 1,470 Requisitos: 30 , 5 , 30 Tai Bwo Wannai Trio XP recebida: 5,000 Requisitos: 30 , 15 , 5 Heroes' Quest XP recebida: 2,825 Requisitos: 53 , 55 , 53 , 25 , 50 Recipe for Disaster XP recebida: 26,500 Requisitos: 70 , 48 , 50 , 53 , 53 , 25 , 59 , 40 , 50 , 40 , 40 , 10 , 10 , 36 Melhores spot's Rogue's Den No subsolo da taberna tem uma fogueira permanente muito próxima ao banco. Hosidius Range Requisitos: 100% Hosidius Favour 5% de chance de não queimar a comida. A partir desse ponto do guia vou pressupor que você esteja em posse das Cooking Gauntlets e tenha acesso ao Hosidius Range. Levels 1-20 Sardines XP necessária: 4,470 (30-55k/hr) Raw Sardines necessárias: 112 (4,480xp) (-39,990gp/hr) Levels 20-30 Trout XP necessária: 8,883 (70-95k/hr) Raw Trout necessárias: 128 (8,960xp) (6450gp/hr) Levels 30-50 Salmon XP necessária: 87,970 (100-125k/hr) Raw Salmon necessárias: 978 (88,020xp) (15,480gp/hr) Levels 50-61 Tuna XP necessária: 200,955 (115-135k/hr) Raw Tuna necessárias: 2,233 (223,300xp) (14,190gp/hr) Levels 61-76 Lobster XP necessária: 1,034.155 (150-165k/hr) Raw Lobster necessárias: 8,618 (1,034.160xp) (-9030gp/hr) Levels 76-82 Swordfish XP necessária: 1,084.644 (180-190k/hr) Raw Swordfish necessárias: 7,748 (1,084.720xp) (15,480gp/hr) Levels 82-89 Monkfish XP necessária: 2,421.208 (200-205k/hr) Raw Monkfish necessárias: 16,142 (2,421.300xp) (110k gp/hr) Levels 89-93 Shark XP necessária: 2,353.334 (275-285k/hr) Raw Shark necessárias: 11,207 (2,353.470xp) (165k gp/hr) Levels 93-99 Anglerfish XP necessária: 5,838.802 (290-315k/hr) Raw Anglerfish necessárias: 25,387 (5,839.010xp) (147k gp/hr) Metódo alternativo Levels 68-99 Jug of Wine XP necessária: 12,429.399 (490k/hr) Grapes necessárias: 62,147 (12,429.400xp) Jug of Water necessários: 62,147 (12,429.400xp) (-255k gp/hr) Levels 90-99 Karambwan XP necessária: 7,688.099 (1m+/hr) Raw Karambwan necessárias: 40,464 (7,688.160xp) (300-500k gp/hr) Levels 97-99 Dark crab XP necessária: 2,341.802 Raw Dark crab necessárias: 10,893 (2,341.995xp) (350k gp/hr)
  7. pervertido-san

    Ficou bacana demais a entrevista! Parabéns, Árt e Hurt. Btw, 13 anos? Esses Réquérs estão cada vez mais jovens...
  8. Admito que já joguei mais, até a versão 2017 do Fifa eu jogava igual um viciado kkkkkk, hoje em dia to igual você, só jogo quando vou a casa de algum amigo pra zuar
  9. pervertido-san

    Você não precisa ler obrigatoriamente o artigo para dar sua opinião, coloquei-o apenas para dar embasamento para quem não conhece sobre o assunto. Estamos vivendo em uma Realidade Simulada? Artigo de Cristina Freitas para o site OVNIHoje. Muitas obras de ficção científica, assim como algumas previsões de cientistas sérios e futurólogos preveem que poderemos com a evolução tecnológica criar enormes quantidades de poder de computação. Mas vamos imaginar nossa própria tecnologia daqui a dez mil anos, nossos descendentes poderão fazer com a computação quântica simulações tão detalhadas que seriam indistinguíveis da realidade. Uma suposição comum na filosofia da mente é a ideia de que os estados mentais podem sobrevir em qualquer classe ampla de substratos físicos, desde que um sistema programe os tipos certo de estruturas e processos computacionais, que possam ser associados à consciência, às experiências. Mas essa não é uma propriedade essencial da consciência que existe em redes neurais biológicas baseadas em carbono dentro de um crânio como a nossa. Processadores baseados em silício dentro de um computador podem, em princípio, fazer esse truque também. E se nós não somos a realidade base? A realidade número um, mas sim uma realidade simulada, talvez dentre centenas de camadas de realidades simuladas, criadas por aqueles a quem nós podemos nomear segundo nossa própria fé ou experiências pessoais, como “O Criador”, “O Arquiteto”, ou mesmo “Os visitantes”. Perguntaram ao Elon Musk se ele acreditava estar vivendo em uma realidade simulada e ele respondeu após algumas elucubrações que “Há a chance de uma em um bilhão de NÃO estarmos vivendo em uma simulação. E eu espero estar em uma realidade simulada, pois se não estivermos, a probabilidade maior é que nenhuma civilização seria capaz de evoluir até criar uma realidade simulada indistinguível da realidade base.” Principio da Incerteza e Renderização Progressiva Podemos relacionar isso ao principio da incerteza (Werner Heisenberg), onde você mesmo observando algo muito de perto, um átomo por exemplo, se você tiver muita certeza de sua velocidade você não tem ideia de sua localização ou se você afere com certeza sua localização, não poderia aferir sua velocidade. E ainda a dualidade onda partícula (deBroglie), o átomo é uma partícula, mas se você olhar o átomo de perto suficiente ele se comporta como uma onda. Uma explicação clássica sobre um efeito quântico. Um efeito que seria igual ao que nós fazemos quando criamos uma simulação de computador para não gastar processamento: você só renderiza o que está sendo observado. Quando você liga seu jogo de computador ou quando um cineasta vai editar o filme, você sabe que a parte que será renderizada será aquela em que você estará olhando. O jogo não renderiza todo o mapa, apenas aquele em que você esta jogando. O cineasta não renderiza os efeitos especiais de todo o ambiente, apenas aqueles dentro da margem da tela. Como se o mundo, o universo estivesse construindo apenas o que é observado. Livre-arbítrio Algumas pesquisas dizem que o livre-arbítrio não existe: as decisões seriam tomadas automaticamente por nosso cérebro e não teríamos controle sobre isso. “Você pode pensar que faz escolhas, mas sua decisão tanto de ler este texto, quanto de comer ovos ou pão no café da manhã, já foi tomada bem antes de você pensar sobre isso”, afirma o professor do Departamento de Ecologia e Evolução da Universidade de Chicago Jerry Coyne, um dos defensores mais fervorosos da ideia de que nossas escolhas não são determinadas por nossa vontade. Seu cérebro tomaria todas as decisões automaticamente, sem passar pelo seu conhecimento. “Nenhuma escolha é livre e consciente. Não existe livre-arbítrio”. Teoria das cordas, multiverso e sobreposição de simulações O artigo, de Nick Bostrom, no qual ele propôs a ideia é de 2003, e encontrou eco nos trabalhos tanto de filósofos contemporâneos como David Chalmers, da Universidade de Nova Iorque, quanto de filósofos clássicos como Platão, com sua alegoria da caverna, e modernos como Descartes. Em um podcast do jornal The Guardian, o filósofo David Chalmers afirmou que seria impossível conseguirmos qualquer prova desta teoria, por causa de um simples fator: “Qualquer evidência que a gente consiga pode ser ela própria uma simulação”. Mas que sinuca? Como afirmou Max Tegmark, cosmólogo do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), quanto mais aprendemos sobre o nosso Universo, mais ele parece ser baseado nas leis da matemática. “Se fôssemos personagens de videogame, também descobriríamos que as leis são completamente rígidas e matemáticas. Elas apenas refletiriam os códigos de computadores em que foram escritas”, disse Tegmark no debate que aconteceu no Isaac Asimov Memorial Essa conferência aconteceu no Museu Americano de História Natural, em 2016, e reuniu grandes nomes da ciência e da filosofia para discutirem o assunto, e o moderador da discussão foi o astrofísico Neil deGrasse Tyson. Para o apresentador de Cosmos, a possibilidade do conceito fazer sentido é de 50%. Ele lembrou do caso dos chimpanzés, que, apesar de possuírem 98% do nosso DNA, têm uma inteligência completamente diferente. Uma realidade simulada poderia explicar isso. Já para a física teórica Zohreh Davoudi, do MIT, os raios cósmicos são uma evidência da simulação, pois eles seriam como assinaturas deste tipo de simulação, uma espécie de limite do que poderia ser medido pela nossa compreensão. Chalmers concorda: “Quando usamos estes dispositivos de realidade virtual, como os óculos Rift, acontece algo que chamamos de ‘screen door effect‘. É como se, caso você aproximasse muito uma coisa no jogo, você conseguisse ver os pixels. Ou seja, você percebe que não é uma simulação perfeita. Acho que o que Zohreh está querendo dizer é que não conseguimos evidência empírica do ‘screen door effect‘ na física da vida real. Na verdade, não é sobre não ter informação [data] o suficiente, é mais profundo do que isso. É sobre algo que [o físico Richard] Feynman já se ocupava. Por que você precisa de um número infinito de informação para descrever uma parte minúscula do espaço-tempo? Isso não faz sentido.” Mesmo sendo contra, até Randall afirma que seria difícil provar que não vivemos em uma simulação. “Na física, nós não conseguimos provar de fato uma teoria; o que fazemos é excluir teorias alternativas. De qualquer forma, você pode pesquisar mais e descobrir que aquela teoria que julgavam ser fundamental tem estruturas mais fundamentais ainda. Então, não podemos afirmar que nenhuma teoria da física é absolutamente correta (ou incorreta) porque não temos acesso a todos os níveis de informação”. E, para Chalmers, o fato de vivermos em um jogo de videogame não significaria que a realidade não exista. “Ela existe, mas seria feita de informação”. O problema é que, caso sejamos mesmo simulações, começaríamos a nos questionar, por exemplo, se a entidade que criou a nossa realidade poderia ser Deus? A pergunta que me ocorre é: Uma inteligência artificial consciente é menos humana do que um ser humano de verdade? Uma simulação tem ALMA? Se formos simulações até onde o criador se importa conosco?
  10. Sou mais fã do Fifa pela quantidade de ligas que ele tem, e pra jogar modo carreira isso é importantíssimo. Pra quem é fã de simulador o PES é 1000x melhor que o Fifa, é difícil ver um jogo de PES que vai ter 7, 8 gols, já no Fifa é algo normal, além de que no Fifa tu consegue sair do campo defensivo correndo e no PES é preciso ter um pouco mais de técnica pra trocar passes e fazer triangulações, mas ele infelizmente perde na quantidade de ligas e times. Não ter os campeonatos inglês, italiano e espanhol de forma autentica é o que mais me bloqueia de jogar PES.
  11. pervertido-san

    e-Sports contam? kkkkkkkkk Não acompanho nenhum esporte tradicional, a algum tempo atrás tentei acompanhar o Campeonato Inglês de futebol, mas não consegui me apegar muito e depois de um tempo deixei de lado. Se os e-Sports contarem nesse tópico, atualmente acompanho a LCS, a liga norte-americana de lolzinho e os campeonatos internacionais que ocorrem algumas vezes durante o ano.
  12. pervertido-san

    Parei um pouco com o lolzinho, me estresso muito.. kkkkkk Agora estou jogando um jogo chamado Old School RuneScape, era um jogo bem popular lá pra 2007, 2008, mas o jogo "original" foi mudando muito e muitos jogadores pararam de jogar, inclusive eu. Em 2015 a empresa produtora do game fez uma petição pra saber quem gostaria de uma versão remake do game, e teve tipo 480k de assinaturas. Hoje esse remake é mais popular que o jogo original uaysgaysga
  13. pervertido-san

    1ª Partida - Grêmio 2ª Partida - Fortaleza 3ª Partida - Internacional 4ª Partida - Santos 5ª Partida - Flamengo 6ª Partida - Empate 7ª Partida - São Paulo 8ª Partida - Palmeiras 9ª Partida - Chapecoense 10ª Partida - Goiás
  14. pervertido-san

    Achei muito interessante a campeã, parece que vai ter um skillgap bem grande pelo fato de ter que escolher o terreno onde se quer lutar, saber resetar os elementos e etc. Essa daí vai ser uma campeã perigosa, ela tem muita mobilidade, todo campeão de mobilidade é bullshitado, Yasuo, Akali, Irelia, Sylas... todos são chatos de jogar contra e divertido jogar com.




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